Acredito num Salvador que me ama, que perdoa os meus pecados e que me dá
a graça de me tornar santo. Jesus Cristo, através do ministério dos
Seus sacerdotes, faz ambas as coisas no Sacramento da Penitência.
"Assim como o Pai Me enviou, também Eu vos envio. . . Recebei o Espírito
Santo. A quem perdoardes os pecados, ser-lhe-ão perdoados; e a quem os
retiverdes, ser-lhe-ão retidos." (João 20:21-23)
"Mesmo que os teus pecados sejam como escarlate, ficarão brancos como neve." (Isaías 1:18)
"Não vim chamar os justos, mas os pecadores." (Mateus 9:13)
"Os homens receberam de Deus um poder que não foi dado aos anjos nem aos
arcanjos. Nunca foi dito aos espíritos celestes, ‘O que ligardes e
desligardes na terra será ligado e desligado no céu’. Os príncipes deste
mundo só podem ligar e desligar o corpo. O poder do sacerdote vai mais
além; alcança a alma, e exerce-se não só em baptizar, mas ainda mais em
perdoar os pecados. Não coremos, pois, ao confessar as nossas faltas.
Quem se envergonhar de revelar os seus pecados a um homem, e não os
confessar, será envergonhado no Dia do Juízo na presença de todo o
Universo." (S. João Crisóstomo, Tratado sobre os Sacerdotes, Liv. 3)
Oração para antes da Confissão: Senhor, iluminai-me para me ver a mim
próprio tal como Vós me vedes, e dai-me a graça de me arrepender
verdadeira e efectivamente dos meus pecados. O Virgem Santíssima,
ajudai-me a fazer uma boa confissão.
Como se Confessar: Antes de mais, examine bem a sua consciência. Em
seguida, diga ao sacerdote que pecados específicos cometeu, e, com a
maior exactidão possível, quantas vezes os cometeu desde a sua última
boa confissão. Só é obrigado a confessar os pecados mortais, visto que
pode obter o perdão dos seus pecados veniais através de sacrifícios e
actos de caridade. Se estiver em dúvida sobre se um pecado é mortal ou
venial, mencione ao confessor a sua dúvida. Recorde-se, também, que a
confissão dos pecados veniais ajuda muito a evitar o pecado e a avançar
na direcção do Céu.
Condições necessárias para um pecado ser mortal:
Matéria séria
Reflexão suficiente
Pleno consentimento da vontade
Considerações preliminares:
Alguma vez deixei de confessar um pecado grave, ou conscientement disfarcei ou escondi um tal pecado?
Nota: Esconder deliberadamente um pecado mortal invalida a confissão, e é
igualmente pecado mortal. Lembre-se que a confissão é privada e sujeita
ao Sigilo da Confissão, o que quer dizer que é pecado mortal um
sacerdote revelar a quem quer que seja a matéria de uma confissão.
Alguma vez fui irreverente para com este Sacramento, não examinando a minha consciência com o devido cuidado?
Alguma vez deixei de cumprir a penitência que o sacerdote me impôs?
Tenho quaisquer hábitos de pecado grave que deva confessar logo no início (por exemplo, impureza, alcoolismo, etc.)?
Primeiro Mandamento: Eu sou o Senhor teu Deus, Não terás deuses
estranhos perante Mim (incluindo pecados contra a Fé, Esperança e
Caridade).
Descuidei o conhecimento da minha fé, tal como o Catecismo a ensina, tal
como o Credo dos Apóstolos, os Dez Mandamentos, os Sete Sacramentos, o
Pai Nosso, etc?
Alguma vez duvidei deliberadamente de algum ensinamento da Igreja, ou o neguei?
Tomei parte num acto de culto não católico?
Sou membro de alguma organização religiosa não católica, de alguma sociedade secreta ou de um grupo anti-católico?
Alguma vez li, com consciência do que fazia, alguma literatura herética, blasfema ou anti-católica?
Pratiquei alguma superstição (tal como horóscopos, adivinhação, tábua Ouija, etc.)?
Omiti algum dever ou prática religiosa por respeitos humanos?
Recomendo-me a Deus diàriamente?
Tenho rezado fielmente as minhas orações diárias?
Abusei os Sacramentos de alguma maneira? Recebi-os com irreverência,
como, por exemplo, a Comunhão na Mão sem obedecer aos princípios e às
sete regras promulgadas por Paulo VI como sendo obrigatórias neste caso?
Trocei de Deus, de Nossa Senhora, dos Santos, da Igreja, dos Sacramentos, ou de quaisquer coisas santas?
Fui culpado de grande irreverência na igreja, como, por exemplo, em conversas, comportamento ou modo como estava vestido?
Fui indiferente quanto à minha Fé Católica — acreditando que uma pessoa
pode salvar-se em qualquer religião, ou que todas as religiões são
iguais?
Presumi em qualquer altura que tinha garantida a misericórdia de Deus?
Desesperei da misericórdia de Deus?
Detestei a Deus?
Dei demasiada importância a alguma criatura, actividade, objecto ou opinião?
Segundo Mandamento: Não tomarás o Nome do Senhor teu Deus em vão.
Jurei pelo nome de Deus falsamente, impensadamente, ou em assuntos triviais e sem importância?
Murmurei ou queixei-me contra Deus (blasfêmia)?
Amaldiçoei-me a mim próprio, ou a outra pessoa ou criatura?
Provoquei alguém à ira, para o fazer praguejar ou blasfemar a Deus?
Quebrei uma promessa feita a Deus?
Terceiro Mandamento: Recorda-te de santificar o Dia de Sábado.
Faltei à Missa nos Domingos ou Festas de guarda?
Cheguei atrasado à Missa nos Domingos e Dias Santos de guarda, ou saí mais cedo por minha culpa?
Fiz com que outras pessoas faltassem à Missa nos Domingos e Dias Santos
de guarda, ou saíssem mais cedo, ou chegassem atrasados à Missa?
Estive distraído propositadamente durante a Missa?
Fiz ou mandei fazer trabalho servil desnecessário num Domingo ou Festa de guarda?
Comprei ou vendi coisas sem necessidade nos Domingos e Dias Santos de guarda?
Quarto Mandamento: Honra o teu pai e a tua mãe.
Desobedeci aos meus pais, faltei-lhes ao respeito, descuidei-me em
ajudá-los nas suas necessidades ou na compilação do seu testamento, ou
recusei-me a fazê-lo?
Mostrei irreverência em relação a pessoas em posições de autoridade?
Insultei ou disse mal de sacerdotes ou de outras pessoas consagradas a Deus?
Tive menos reverência para com pessoas de idade?
Tratei mal a minha esposa ou os meus filhos?
Foi desobediente ao meu marido, ou faltei-lhe ao respeito?
Sobre os meus filhos:
Descuidei as suas necessidades materiais?
Não tratei de os fazer baptizar cedo? *(Veja-se em baixo.)
Descuidei a sua educação religiosa correcta?
Permiti que eles descuidassem os seus deveres religiosos?
Consenti que se encontrassem ou namorassem sem haver hipótese de se
celebrar o matrimónio num futuro próximo? (Santo Afonso propõe um ano,
no máximo).
Deixei de vigiar as companhias com quem andam?
Deixei de os disciplinar quando necessitassem de tal?
Dei-lhes mau exemplo?
Escandalizei-os, discutindo com o meu cônjuge em frente deles?
Escandalizei-os ao dizer imprecações e obscenidades à sua frente?
Guardei modéstia na minha casa?
Permiti-lhes que usassem roupa imodesta (mini-saias; calças justas,
vestidos ou camisolas justos; blusas transparentes; calções muito
curtos; fatos de banho reveladores; etc.)? †
Neguei-lhes a liberdade de casar ou seguir uma vocação religiosa?
* As crianças devem ser baptizadas o mais cedo possível. Além das
prescrições diocesanas particulares, parece ser a opinião geral . . .
que uma criança deve ser baptizada cerca de uma semana ou dez dias a
seguir ao nascimento. Muitos católicos atrasam o baptismo por quinze
dias ou um pouco mais. A ideia de administrar o Baptismo nos três dias
que se seguem ao parto é demasiado estrita. Santo Afonso, seguindo a
opinião geral, pensava que um atraso não justificado de mais de dez ou
onze dias a seguir ao parto seria um pecado grave. Segundo o costume
moderno, que é conhecido e não corrigido pelos Ordinários locais, um
atraso de mais de um mês sem motivo seria um pecado grave. Se não houve
perigo aparente para a criança, os pais que atrasem o baptismo por três
semanas, pouco mais ou menos, não podem ser acusadas de pecado grave,
mas a prática de baptizar o recém-nascido na semana ou dez dias que se
seguem ao parto deve recomendar-se firmemente; e, de facto, pode mesmo
recomendar-se um período ainda mais curto. — H. Davis S.J., Moral and
Pastoral Theology, Vol. III, pg. 65, Sheed and Ward, New York, 1935
†Peça o folheto MODÉSTIA NO VESTUÁRIO
Quinto Mandamento: Não matarás.
Procurei, desejei ou apressei a morte ou o ferimento de alguém?
Alimentei ódio para com alguém?
Oprimi alguém?
Desejei vingar-me?
Provoquei a inimizade entre outras pessoas?
Discuti ou lutei com alguém?
Desejei mal a alguém?
Quis ferir ou maltratar alguém, ou tentei fazê-lo?
Recuso-me a falar com alguém, ou ressentimento de alguém?
Regozijei-me com a desgraça alheia?
Tive ciúmes ou inveja de alguém?
Fiz ou tentei fazer um aborto, ou aconselhei alguém a que o fizesse?
Mutilei o meu corpo desnecessàriamente de alguma maneira?
Consenti em pensamentos de suicídio, desejei suicidar-me ou tentar suicidar-me?
Embriaguei-me ou usei drogas ilícitas?
Comi demais, ou não como o suficiente por descuido (isto é, alimentos nutritivos)?
Deixei de corrigir alguém dentro das normas da caridade?
Causei dano à alma de alguém, especialmente crianças, dando escândalo através de mau exemplo?
Fiz mal à minha alma, expondo-a intencionalmente e sem necessidade a
tentações, como maus programas de TV, música reprovável, praias, etc.?
Sexto e Nono Mandamentos: Não cometerás adultério. Não cobiçarás a mulher do próximo.
Neguei ao meu cônjuge os seus direitos matrimoniais?
Pratiquei o controlo de natalidade (com pílulas, dispositivos, interrupção)?
Abusei dos meus direitos matrimoniais de algum outro modo?
Cometi adultério ou fornicação (sexo pré-marital)?
Cometi algum pecado impuro contra a natureza (homosexualidade ou lesbianismo, etc.)?
Toquei ou abracei outra pessoa de forma impura?
Troquei beijos prolongados ou apaixonados?
Pratiquei a troca prolongada de carícias?
Pequei impuramente contra mim próprio (masturbação)?
Consenti em pensamentos impuros, ou tive prazer neles?
Consenti em desejos impuros para com alguém, ou desejei conscientemente ver ou fazer alguma coisa impura?
Entreguei-me conscientemente a prazeres sexuais, completos ou incompletos?
Fui ocasião de pecado para os outros, por usar roupa justa, reveladora ou imodesta?
Fiz alguma coisa, deliberadamente ou por descuido, que provocasse pensamentos ou desejos impuros noutra pessoa?
Li livros indecentes ou vi figuras obscenas?
Vi filmes ou programas de televisão sugestivos, ou pornografia na Internet, ou permiti que os meus filhos os vissem?
Usei linguagem indecente ou contei histórias indecentes?
Ouvi tais histórias de boa vontade?
Gabei-me dos meus pecados, ou deleitei-me em recordar pecados antigos?
Estive com companhias indecentes?
Consenti em olhares impuros?
Deixei de controlar a minha imaginação?
Rezei imediatamente, para afastar maus pensamentos e tentações?
Evitei a preguiça, a gula, a ociosidade, e as ocasiões de impureza?
Fui a bailes imodestos ou peças de teatro indecentes?
Fiquei sozinho sem necessidade na companhia de alguém do sexo oposto?
Note bem: Não tenha receio de confessar ao sacerdote qualquer pecado
impuro que tenha cometido. Não esconda ou tente disfarçá-lo. O sacerdote
está ali para o ajudar e perdoar. Nada do que possa dizer o
escandalizará; por isso, não tenha medo, por mais envergonhado que
esteja.
Sétimo e Décimo Mandamentos: Não roubarás. Não cobiçarás os bens do teu próximo.
Roubei alguma coisa? O quê, ou quanto?
Danifiquei a propriedade de outrem?
Deixei estragar, por negligência, a propriedade de outrem?
Fui negligente na guarda do dinheiro ou bens de outrem?
Fiz batota ou defraudei alguém?
Joguei em excesso?
Recusei-me a pagar alguma dívida, ou descuidei-me no seu pagamento?
Adquiri alguma coisa que sabia ter sido roubada?
Deixei de restituir alguma coisa emprestada?
Lesei o meu patrão, não trabalhando como se esperava de mim?
Fui desonesto com o salário dos meus empregados?
Recusei-me a ajudar alguém que precisasse urgentemente de ajuda, ou descuidei-me a fazê-lo?
Deixei de restituir o que roubei, ou obtive por embusted ou fraude?
(Pergunte ao sacerdote como poderá fazer a restituição, ou seja,
devolver ao legítimo dono o que lhe tirou).
Tive inveja de alguém, por ter algo que eu não tenho?
Invejei os bens de alguém?
Tenho sido avarento?
Tenho sido cúpido e invejoso, dando demasiada importância aos bens e
confortos materiais? O meu coração inclina-se para as posses terrenas ou
para os verdadeiros tesouros do Céu?
Oitavo Mandamento: Não levantarás falsos testemunhos contra o teu próximo.
Menti a respeito de alguém (calúnia)?
As minhas mentiras causaram a alguém danos materiais ou espirituais?
Fiz julgamentos temerários a respeito de alguém (isto é, acreditei
firmemente, sem provas suficientes, que eram culpados de algum defeito
moral ou crime)?
Atingi o bom nome de alguém, revelando faltas autênticas mas ocultas (maledicência)?
Revelei os pecados de outra pessoa?
Fui culpado de fazer intrigas (isto é, de contar alguma coisa
desfavorável que alguém disse de outra pessoa, para criar inimizade
entre eles)?
Dei crédito ou apoio à divulgação de escândalos sobre o meu próximo?
Jurei falso ou assinei documentos falsos?
Sou crítico ou negativo sem necessidade ou falto à caridade nas minhas conversas?
Lisonjeei outras pessoas?
As obras de Misericórdia espirituais e corporais
Descuidei-me no cumprimento das obras seguintes, quando as circunstâncias mo pediam?
As sete obras de Misericórdia espirituais
1. Dar bom conselho aos que pecam. 2. Ensinar os ignorantes. 3.
Aconselhar os que duvidam. 4. Consolar os tristes. 5. Sofrer com
paciência as fraquezas do nosso próximo. 6. Perdoar as injúrias por amor
de Deus. 7. Rogar a Deus pelos vivos e pelos defuntos.
As sete obras de Misericórdia corporais
1. Dar de comer a quem tem fome. 2. Dar de beber a quem tem sede. 3.
Vestir os nus. 4. Visitar e resgatar os cativos. 5. Dar pousada aos
peregrinos. 6. Visitar os doentes. 7. Enterrar os mortos.
Lembre-se que a nossa Santa Fé Católica nos ensina que ... assim como o
corpo sem o espírito está morto, também a fé sem obras está morta (Tiago
2: 26).
Os sete pecados mortais e as virtudes opostas
1. Soberba.......................................Humildade
2. Avareza........................................Liberalidade
3. Luxúria..........................................Castidade
4. Ira.................................................Paciência
5. Gula..............................................Temperança
6. Inveja.............................................Caridade
7. Preguiça..........................................Diligência
Os cinco efeitos do orgulho
1. Vanglória: a. Jactância b. Dissimulação/ Duplicidade
2. Ambição
3. Desprezo dos outros
4. Ira/ Vingança/ Ressentimento
5. Teimosia/ Obstinação.
Nove maneiras de ser cúmplice do pecado de outrem
a. Alguma vez fiz deliberadamente com que outros pecassem?
b. Alguma vez cooperei nos pecados de outrem:
1. Aconselhando? 2. Mandando? 3. Consentindo? 4. Provocando?
5. Lisonjeando? 6. Ocultando? 7. Compartilhando? 8. Silenciando?
9. Defendendo o mal feito?
Os quatro pecados que bradam aos Céus
1. Homicídio voluntário. 2. O pecado de sodomia ou lesbianismo.
3. Opressão dos pobres. 4. Não pagar o salário justo a quem trabalha.
Os seis Mandamentos da Igreja
Ouvi Missa nos Domingos e Festas de guarda?
Cumpri o jejum e a abstinência nos dias prescritos, e guardei o jejum eucarístico?
Confessei-me pelo menos uma vez no ano?
Recebi a Sagrada Eucaristia pelo menos uma vez por ano?
Contribui, na medida do possível, para as despesas do culto?
Observei as leis da Igreja sobre o Matrimónio, ou seja, quanto ao
matrimónio sem a presença de um sacerdote, ou no caso de matrimónio com
um parente próximo ou um não-Católico?
As cinco blasfêmias contra o Coração Imaculado de Maria
Blasfemei contra a Imaculada Conceição?
Blasfemei contra a Virgindade Perpétua de Nossa Senhora?
Blasfemei contra a Maternidade Divina de Nossa Senhora? Deixei de reconhecer a Nossa Senhora como Mãe de todos os homens?
Tentei pùblicamente semear nos corações das crianças indiferença ou desprezo, ou mesmo ódio, em relação à sua Mãe Imaculada?
Ultrajei-A directamente nas Suas santas imagens?
Finalmente:
Recebi a Sagrada Comunhão em estado de pecado mortal? (Este é um sacrilégio muito grave).
O exame dos pecados veniais de Santo António Maria Claret
A alma deve evitar todos os pecados veniais, especialmente os que abrem
caminho ao pecado grave. Ó minha alma, não chega desejar firmemente
antes sofrer a morte do que cometer um pecado grave. É necessário tem
uma resolução semelhante em relação ao pecado venial. Quem não encontrar
em si esta vontade, não pode sentir-se seguro. Não há nada que nos
possa dar uma tal certeza de salvação eterna do que uma preocupação
constante em evitar o pecado venial, por insignificante que seja, e um
zelo definido e geral, que alcance todas as práticas da vida espiritual —
zelo na oração e nas relações com Deus; zelo na mortificação e na
negação dos apetites; zelo em obedecer e em renunciar à vontade própria;
zelo no amor de Deus e do próximo. Para alcançar este zelo e
conservá-lo, devemos querer firmement evitar sempre os pecados veniais,
especialmente os seguintes:
O pecado de dar entrada no coração de qualquer suspeita não razoável ou de opinião injusta a respeito do próximo.
O pecado de iniciar uma conversa sobre os defeitos de outrem, ou de
faltar à caridade de qualquer outra maneira, mesmo levemente.
O pecado de omitir, por preguiça, as nossas práticas espirituais, ou de as cumprir com negligência voluntária.
O pecado de manter um afecto desregrado por alguém.
O pecado de ter demasiada estima por si próprio, ou de mostrar satisfação vã por coisas que nos dizem respeito.
O pecado de receber os Santos Sacramentos de forma descuidada, com distracções e outras irreverências, e sem preparação séria.
Impaciência, ressentimento, recusa em aceitar desapontamentos como vindo
da Mão de Deus; porque isto coloca obstáculos no caminho dos decretos e
disposições da Divina Providência quanto a nós.
O pecado de nos proporcionarmos uma ocasião que possa, mesmo remotamente, manchar uma situação imaculada de santa pureza.
O pecado de esconder propositadamente as nossas más inclinações,
fraquezas e mortificações de quem devia saber delas, querendo seguir o
caminho da virtude de acordo com os caprichos individuais e não segundo a
direcção da obediência.
Nota: Fala-se aqui de situações em que encontraremos aconselhamento
digno se o procurarmos, mas nós, apesar disso, preferimos seguir as
nossas próprias luzes, embora frouxas.
Oração para uma boa confissão:
Meu Deus, por causa dos meus pecados crucifiquei de novo o Vosso Divino
Filho e escarneci dEle. Por isto sou merecedor da Vossa cólera e
expus-me ao fogo do Inferno. E como fui ingrato para conVosco, meu Pai
do Céu, que me criastes do nada, me redimistes pelo preciosíssimo sangue
do Vosso Filho e me santificastes pelos Vossos santos Sacramentos e
pelo Espírito Santo! Mas Vós poupastes-me pela Vossa misericórdia, para
que eu pudesse fazer esta confissão. Recebei-me, pois, como Vosso filho
pródigo e dai-me a graça de uma boa confissão, para que possa recomeçar a
amar-Vos de todo o meu coração e de toda a minha alma, e para que
possa, a partir de agora, cumprir os Vossos Mandamentos e sofrer com
paciência os castigos temporais que possam cair sobre mim. Espero, pela
Vossa bondade e poder, obter a vida eterna no Paraíso. Por Jesus Cristo,
Nosso Senhor. Amen.
Nota final
Lembre-se de confessar os seus pecados com arrependimento sobrenatural,
tendo uma resolução firme de não tornar a pecar e de evitar situações
que levem ao pecado. Peça ao seu confessor que o ajude a superar alguma
dificuldade que tenha em fazer uma boa confissão. Cumpra prontamente a
sua penitência.
Acto de Contrição
Meu Deus, porque sois infinitamente bom e Vos amo de todo o meu coração,
pesa-me de Vos ter ofendido, e com o auxílio da Vossa divina graça,
proponho firmemente emendar-me e nunca mais Vos tornar a ofender. Peço e
espero o perdão das minhas culpas pela Vossa infinita misericórdia.
Amen.
Cruzada Internacional do
Rosario de Fatima
Em Portugal - Apartado 4066, 3030-901 Coimbra
U.S.A. – P.O. Box 142, Kenmore, NY 14217
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Internet: www.fatima.org • correio electrónico: info@fatima.org
O objectivo deste blogue é divulgar e restaurar a Modéstia e a castidade na mulher e na sociedade, assim como o Namoro que é agradável a Deus e respeita a mulher.
Explanation of the Saint Tridentine Mass Rubrics.
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sábado, 1 de junho de 2013
sábado, 1 de outubro de 2011
An Examination of Conscience for Adults.
Compiled from approved sources
I believe in a loving Savior Who forgives my sins and Who gives me the grace to become a saint. Jesus Christ, through the ministry of His priests, does both in the Sacrament of Penance.
"As the Father hath sent Me, I also send you ... Receive ye the Holy Ghost. Whose sins you shall forgive, they are forgiven them; and whose sins you shall retain, they are retained." (John 20:21-23)
"If your sins be as scarlet, they shall be made as white as snow." (Isaias 1:18)
"I am not come to call the just, but sinners." (Matt. 9:13)
"Men have received from God a power not granted to angels or archangels. Never was it said to the heavenly spirits, ‘Whatsoever you shall bind and unbind on earth shall be bound and unbound in heaven.’ The princes of this world can only bind and unbind the body. The power of the priest extends further; it reaches the soul, and it is exercised not only in baptizing, but still more in pardoning sins. Let us not blush, then, to confess our faults. He who blushes to discover his sins to a man, and who will not confess, shall be covered with shame on the Day of Judgment in the presence of the whole universe." (St. John Chrysostom, Treatise on Priests, Bk. 3)
Prayer before Confession: O Lord, grant me light to see myself as Thou dost see me, and the grace to be truly and effectively sorry for my sins. O Mary, help me to make a good confession.
How to Confess: First examine your conscience well, then tell the priest the specific kind of sins you have committed and, to the best of your ability, how many times you have committed them since your last good confession. You are obliged to confess only mortal sins, since you can obtain forgiveness for your venial sins by sacrifices and acts of charity. If you are in doubt about whether a sin is mortal or venial, mention your doubt to the confessor. Remember also, confession of venial sins is very helpful for avoiding sin and advancing toward Heaven.
Necessary conditions for a sin to be mortal:
Serious Matter
Sufficient Reflection
Full Consent of the Will
Preliminary Considerations:
Have I ever deliberately failed to confess a past serious sin, or have I willfully disguised or hidden such a sin?
Note: The deliberate concealing of a mortal sin invalidates one´s confession and makes the person guilty of another mortal sin. Remember that the confession is private under the Seal of Confession, i.e., it is a mortal sin for the priest to reveal the matter of one´s confession to anyone else.
Have I been guilty of irreverence for this sacrament by failing to examine my conscience carefully?
Have I failed to do the penance given to me by the priest?
Have I any habits of serious sin to confess first (e.g. impurity, drunkenness, etc.)?
First Commandment: I am the Lord thy God. Thou shalt not have strange gods before Me. (Including sins against Faith, Hope and Charity)
Have I neglected the knowledge of my faith as taught in the catechism, such as the Apostles’ Creed, the Ten Commandments, the Seven Sacraments, the Our Father, etc.?
Have I deliberately doubted or denied any of the teachings of the Church?
Have I taken part in any non-Catholic worship?
Am I a member of any non-Catholic religious organization, secret society or anti-Catholic group?
Have I knowingly read any heretical, blasphemous or anti-Catholic literature?
Have I practiced any superstitions (such as horoscopes, fortune telling, Ouija board, etc.)?
Have I omitted religious duties or practices through motives of human respect?
Have I recommended myself daily to God?
Have I been faithful to my daily prayers?
Have I abused the Sacraments in any way? Received them irreverently, e.g. Communion in the Hand without obeying the principles and the 7 rules promulgated by Paul VI as binding in this matter?
Have I made fun of God, Our Lady, the Saints, the Church, the Sacraments, other holy things?
Have I been guilty of great irreverence in church, e.g., conversation, behavior, or dress?
Have I been indifferent with regard to my Catholic Faith — believing one can be saved in any religion, that all religions are equal?
Have I presumed on God´s mercy at any time?
Have I despaired of God´s mercy?
Have I hated God?
Have I given too much importance to any creature, activity, object or opinion?
Second Commandment: Thou shalt not take the name of the Lord thy God in vain.
Have I sworn by God’s name falsely, rashly or in slight and trivial matters?
Have I murmured or complained against God (blasphemy)?
Have I cursed myself or others, or any creature?
Have I angered others so as to make them swear or blaspheme God?
Have I broken a vow made to God?
Third Commandment: Remember that thou keep holy the Sabbath day.
Have I missed Mass on Sundays or Holy Days of obligation?
Have I been late for Mass on Sundays or Holy Days of obligation or left early through my own fault?
Have I made others miss Mass on Sundays or Holy Days of obligation, leave early or be late for Mass?
Have I been willfully distracted during Mass?
Have I done or commanded unnecessary servile work on Sunday or Holy Days of Obligation?
Have I bought or sold things not of necessity on Sunday and Holy Days of obligation?
Fourth Commandment: Honor thy father and thy mother.
Have I been disobedient or disrespectful to my parents, or have I neglected or refused to aid them in their wants or to do their last will?
Have I shown irreverence to others in positions of authority?
Have I maligned or insulted priests or others consecrated to God?
Have I failed in due reverence to aged persons?
Have I mistreated my spouse or my children?
Have I been disobedient or disrespectful to my husband?
Regarding my children:
Have I neglected their material needs?
Have I failed to care for their early baptism? *(See below.)
Have I failed to care for their proper religious education?
Have I allowed them to neglect their religious duties?
Have I allowed them to date/go steady without the prospect of marriage within the near future? (St. Alphonsus says 1 year maximum.)
Have I failed to supervise the company they keep?
Have I failed to discipline them when they need it?
Have I given them a bad example?
Have I scandalized them by arguing with my spouse in front of my children?
Have I scandalized them by cursing or swearing in front of them?
Have I guarded modesty in the home?
Have I permitted them to wear immodest clothing (mini skirts; tight pants, dresses, or sweaters; see-through blouses, short-shorts, revealing swim suits, etc.)?†
Have I denied their freedom to marry or follow a religious vocation?
*Infants should be baptized as soon as possible. Apart from particular diocesan prescriptions, it appears to be the general view … that an infant should be baptized within about a week or ten days after birth. Many Catholics defer Baptism for a fortnight or a little over. The view that Baptism should be administered within three days after birth is considered too strict. St. Alphonsus, following common opinion, thought that a delay, without reason, beyond ten or eleven days would be a grievous sin. In view of modern custom, which is known and not corrected by local Ordinaries, a delay beyond a month without reason would be a serious sin. If there is no probable danger to the child, parents cannot be convicted of serious sin if they defer Baptism a little beyond three weeks at the outside, but the practice of having an infant baptized within about a week or ten days of birth is to be strongly commended, and indeed an earlier date may be rightly recommended. — H. Davis, S.J., Moral and Pastoral Theology, Vol. III, pg. 65, Sheed and Ward, New York 1935
†Ask for leaflet LF05 The Marylike Standards for Modesty in Dress
Fifth Commandment: Thou shalt not kill.
Have I procured, desired, or hastened the death or bodily injury of anyone?
Have I borne hatred?
Have I oppressed anyone?
Have I desired revenge?
Have I caused enmity between others?
Have I quarreled or fought with anyone?
Have I wished evil on anyone?
Have I intended or attempted to injure or mistreat others?
Is there anyone with whom I refuse to speak, or against whom I bear a grudge?
Have I taken pleasure in anyone’s misfortunes?
Have I been jealous or envious of anyone?
Have I had or attempted to have an abortion or counseled anyone else to do so?
Have I mutilated my body unnecessarily in any way?
Have I entertained thoughts of suicide, desired to commit suicide or attempted suicide?
Have I become drunk, used illicit drugs?
Have I overeaten or do I neglect to eat properly, i.e., nutritious foods?
Have I failed to correct in Charity?
Have I harmed anyone’s soul, especially children, by giving scandal through bad example?
Have I harmed my own soul by intentionally and without necessity exposing it to temptations, e.g.: bad TV, bad music, beaches, etc.
Sixth and Ninth Commandments: Thou shalt not commit adultery. Thou shalt not covet thy neighbor´s wife.
Have I denied my spouse his or her marriage rights?
Have I practiced birth control (by pills, devices, withdrawal)?
Have I abused my marriage rights in any other way?
Have I committed adultery or fornication (premarital sex)?
Have I committed any unnatural sin against purity (homosexuality or lesbianism, etc.)?
Have I touched or embraced another impurely?
Have I engaged in prolonged or passionate kissing?
Have I engaged in petting?
Have I sinned impurely by myself (masturbation)?
Have I entertained or taken pleasure in impure thoughts?
Have I indulged in lustful desires for anyone, or willfully desired to see or do anything impure?
Have I willfully indulged in any sexual pleasure whether complete or incomplete?
Have I been an occasion of sin for others by wearing tight or otherwise revealing and immodest clothing?
Have I done anything to provoke or occasion impure thoughts or desires in others deliberately or through carelessness?
Have I read indecent literature or looked at bad pictures?
Have I watched suggestive movies, TV programs, or Internet pornography or permitted my children to do so?
Have I used indecent language or told indecent stories?
Have I willingly listened to such stories?
Have I boasted of my sins or taken delight in past sins?
Have I been in lewd company?
Have I consented to impure glances?
Have I neglected to control my imagination?
Have I prayed at once to banish such bad thoughts and temptations?
Have I avoided laziness, gluttony, idleness, and the occasions of impurity?
Have I attended immodest dances or indecent plays?
Have I unnecessarily remained alone in the company of someone of the opposite sex?
Note Well: Do not be afraid to tell the priest any impure sin you may have committed. Do not hide or try to disguise any such sin. The priest is there to help you and forgive you. Nothing you say will shock him, so do not be afraid, no matter how ashamed you might be.
Seventh and Tenth Commandments: Thou shalt not steal. Thou shalt not covet thy neighbor´s goods.
Have I stolen anything? What or how much?
Have I damaged anyone’s property?
Have I negligently spoiled anyone´s property?
Have I been negligent in the stewardship of other people’s money or goods?
Have I cheated or defrauded others?
Have I gambled excessively?
Have I refused or neglected to pay any debts?
Have I acquired anything known to be stolen?
Have I failed to return things borrowed?
Have I cheated my employer of an honest day’s work?
Have I cheated my employees of their wages?
Have I refused or neglected to help anyone in urgent need?
Have I failed to make restitution for my stealing, cheating and frauds? (Ask the priest how to go about making restitution, that is, returning to the owner what you unjustly took from him/her.)
Have I been envious of another because I don´t have what he has?
Have I been jealous of what another has?
Have I been stingy?
Have I been grasping and avaricious, placing too great importance upon material goods and comforts? Is my heart set on earthly possessions or on the true treasures of Heaven?
Eighth Commandment: Thou shalt not bear false witness against thy neighbor.
Have I lied about anyone (calumny)?
Have my lies caused them any material or spiritual harm?
Have I rashly judged anyone (i.e. believed firmly, without sufficient evidence, that they are guilty of some moral defect or crime)?
Have I injured the good name of another by revealing true but hidden faults (detraction)?
Have I disclosed another´s sins?
Have I been guilty of talebearing, (i.e. reporting something unfavorable said of someone by another so as to create enmity between them)?
Have I lent an ear to or encouraged the spreading of scandal about my neighbor?
Have I taken false oaths or signed false documents?
Am I, without necessity, critical, negative or ever uncharitable in my talk?
Have I flattered others?
The Spiritual and Corporal Works of Mercy
Have I neglected to do the following whem circumstances obliged me:
The Seven Spiritual Works of Mercy
1. To admonish sinners. 2. To instruct the ignorant. 3. To counsel the doubtful.
4. To comfort the sorrowful. 5. To bear wrongs patiently. 6. To forgive all injuries. 7. To pray for the living and the dead?
The Seven Corporal Works of Mercy
1. To feed the hungry. 2. To give drink to the thirsty. 3. To clothe the naked.
4. To visit and ransom the captives. 5. To harbor the harborless. 6. To visit the sick. 7. To bury the dead?
Remember our Holy Catholic Faith teaches us that … as the body without the spirit is dead; so also faith without works is dead. (James, 2:26)
The Seven Deadly Sins and the Opposite Virtues
1. Pride............................................................Humility
2. Covetousness..............................................Liberality
3. Lust.............................................................Chastity
4. Anger..........................................................Meekness
5. Gluttony.....................................................Temperance
6. Envy............................................................Brotherly love
7. Sloth............................................................Diligence
Five Effects of Pride
1. Vainglory: a. Boasting b. Dissimulation / Duplicity
2. Ambition
3. Contempt for others
4. Anger / Revenge / Resentment
5. Stubbornness / Obstinacy.
Nine Ways of Being an Accessory to Another´s Sin
a. Have I knowingly caused others to sin?
b. Have I co-operated in the sins of others:
1. By counsel. 2. By command. 3. By consent. 4. By provocation. 5. By praise or flattery. 6. By concealment. 7. By partaking. 8. By silence. 9. By defense of the ill done?
The Four Sins which Cry to Heaven for Vengeance
1. Willful Murder. 2. The sin of Sodomy or Lesbianism.
3. Oppression of the poor. 4. Defrauding the laborer of his just wages.
The Six Commandments of the Church
Have I heard Mass on Sundays and holy days of obligation?
Have I fasted and abstained on the days appointed and have I kept the Eucharistic fast?
Have I confessed at least once a year?
Have I received the Holy Eucharist at least once in the year?
Have I contributed as far as I must to the support of the Church?
Have I observed the laws of the Church concerning Marriage, i.e.: Marriage without a priest present, or marrying a relative or non-Catholic?
The Five Blasphemies Against the Immaculate Heart of Mary
Have I blasphemed against the Immaculate Conception?
Have I blasphemed against Our Lady´s Perpetual Virginity?
Have I blasphemed against Our Lady´s Divine Maternity? Have I failed to recognize Our Lady as the Mother of all men?
Have I publicly sought to sow in the hearts of children indifference or scorn, or even hatred, of this Immaculate Mother?
Have I outraged Her directly in Her Holy images?
Finally:
Have I received Holy Communion in the state of mortal sin? (This is a very grave sacrilege.)
St. Anthony Mary Claret´s Examination of Venial Sins
The soul should avoid all venial sins, especially those which pave the way for grave sin. It is not enough, my soul, to have a firm resolve to suffer death rather than consent to any grave sin. It is necessary to have a like resolution to venial sin. He who does not find in himself this will, cannot have security. There is nothing which can give us such a certain security of eternal salvation as an uninterrupted cautiousness to avoid even the lightest venial sin, and a notable, all-extensive earnestness reaching to all practices of the spiritual life — earnestness in prayer, and in dealing with God; earnestness in mortification and self-denial; earnestness in being humble and in accepting contempt; earnestness in obeying and renouncing one’s own self-will; earnest love of God and neighbor. He who wants to gain this earnestness and keep it, must necessarily have the resolve to always avoid especially the following venial sins:
The sin of giving entrance into your heart to any unreasonable suspicion or unfair judgment against your neighbor.
The sin of introducing talk about another’s defects or offending charity in any other way, even lightly.
The sin of omitting out of laziness our spiritual practices or of performing them with voluntary neglect.
The sin of having a disordered affection for somebody.
The sin of having a vain esteem for oneself, or of taking vain satisfaction in things pertaining to us.
The sin of receiving the holy Sacraments in a careless way, with distractions and other irreverences, and without a serious preparation.
. Impatience, resentment, any failure to accept disappointments as coming from God’s Hand; for this puts obstacles in the way of the decrees and dispositions of Divine Providence concerning us.
The sin of giving ourselves an occasion that can even remotely blemish a spotless condition of holy purity.
The fault of advertently hiding from those who ought to learn them, one’s bad inclinations, weaknesses, and mortifications, seeking to pursue the road of virtue not under the direction of obedience, but under the guidance of one’s own whims.
Note: This speaks of times when we might have worthy direction if we seek it, but we prefer to follow our own dim lights.
Prayer for a Good Confession
O my God, by my grievous sins I have crucified again Thy Divine Son and made Him a mockery. For this I have deserved Thy wrath and made myself fit for the fires of hell. How ungrateful have I been to Thee as well, my heavenly Father, Who created me out of nothing, redeemed me by the precious Blood of Thy Son and sanctified me by Thy holy sacraments and by the Holy Ghost. But Thou hast spared me by Thy mercy, to make this confession. Receive me back as Thy prodigal son and grant me to confess well, that I may begin anew to love Thee with my whole heart and soul, and henceforth to keep Thy commandments and suffer patiently whatever temporal punishment may remain. I hope by Thy goodness and power to obtain everlasting life in Paradise. Through Jesus Christ, Our Lord. Amen.
A Final Note
Remember to confess your sins with supernatural sorrow as well as a firm resolution not to sin again, and to avoid the near occasions of sin. Ask your confessor to help you with any difficulties you have in making a good confession. Say your penance promptly.
An Act of Contrition
O my God, I am heartily sorry for having offended Thee. And I detest all my sins because I dread the loss of Heaven and the pains of hell, but most of all because they offend Thee, my God, Who art all good and deserving of all my love. I firmly resolve, with the help of Thy grace, to confess my sins, to do penance, and to amend my life. Amen
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