Explanation of the Saint Tridentine Mass Rubrics.

sábado, 30 de julho de 2011

Como se comportar? Menina,Rapariga,Mulher e o Sexo oposto também.

Capítulo I - Do asseio

O asseio do corpo é dever principal duma pessoa bem educada. Deves tomá-lo muito a peito, porque a limpeza exterior revela geralmente a ordem e a pureza da alma, capta a simpatia e contribui para a saúde do corpo.

Não te esqueças de tomar banho diariamente. Ao despertares pela manhã, não sendo possível tomar banho, ao menos lave o rosto, as mãos, o pescoço e as orelhas, fazendo uso do sabonete. Ficou célebre este dito dum historiador: “Eu meço a civilidade de um país pelos quilos de sabão que consome”.

Vê que as tuas unhas nunca estejam crescidas ou ornadas de preto. Apara-as ao menos semanalmente com ferramenta própria, não com os dentes, e nunca em presença de outrem; não as corte demais, que é prejudicial.

Os dentes devem-se lavar e escovar todos os dias (quando possível, várias vezes por dia, após as refeições), o asseio conserva-os bons, preserva-os da cárie e impede o mau hálito.

Todas as manhãs deves pentear o cabelo. Para não perder muito tempo nisso e para conservar a cabeça limpa, evita usar cabelo muito comprido. Uma cabeleira desgrenhada e empoeirada dá à pessoa um aspecto selvagem. Guarda-te de todo exagero, afeminação e vaidade. Foge da tola ambição de enfeitar-te para fazer bela figura. Se for possível, não uses ungüentos e perfumes: isso amesquinha o caráter. Até os pagãos censuram o cuidado exagerado do cabelo.

Os pés devem ser bem lavados para não causarem dano à saúde e incômodo aos vizinhos. Não é delicado descalçar os sapatos em presença de outrem.

Não imites os que coçam a cabeça, enxugam o suor com a manga do paletó ou com a mão, levam as mãos à boca, aos olhos, ao nariz e às orelhas. Para tais necessidades é que temos o lenço.

Não deves tossir ou espirrar com força ou próximo às pessoas ou alimentos, flores, etc. Procura pois voltar-te um pouco e levar o lenço à boca.

Grosseria crassa é a de escarrar e cuspinhar a cada momento, mais por hábito do que por necessidade; cúmulo de incivilidade seria cuspir para o alto e com estrépito. Quando verdadeira necessidade o exigir, procure a escarradeira e na falta desta cospe no lenço, fingindo assoar-te. Estando dentro de casa, jamais cuspas no chão.

Assoando-te não deves fazer rumor, como som de trombeta, nem usar ambas as mãos. A ação deve ser feita com a máxima desenvoltura, sem olhar depois para dentro do lenço, nem meter os dedos no nariz como para completar a limpeza. O lenço, depois de usado, deve ser dobrado sim, mas naturalmente, não com excessivo cuidado, como se fosse guardanapo; depois, guardá-lo com presteza e não conservá-lo na mão.

Troca freqüentemente de lenço; não o ponhas sobre a mesa. Se alguém deixar cair ou esquecer o lenço em tua presença, adverti-lo-ás educadamente, mas nunca o apanharás tu mesmo.

Usem grande atenção e delicadeza, neste particular, todos os que fazem uso do rapé. É um hábito incômodo, principalmente para os outros... Estejam sempre munidos de lenços, que devem ser trocados amiúde; empreguem-nos freqüentemente, procurando prevenir a necessidade.

Quanto ao escarrar, venço a grande repugnância que sinto, e digo que não há no vocabulário palavra para estigmatizar a revoltante incivilidade daqueles que arrancam dos pulmões aquilo tudo, para cuspir ou engolir, produzindo um rumor desagradável e grande náusea aos presentes.

É igualmente contrário ao asseio dizer ou fazer qualquer coisa inconveniente por si mesma ou que traga à memória coisas nojentas e nauseantes.

Não ofereças a outrem para cheirar coisas que cheiram mal, como também jamais dês para provar coisas de mau sabor, nem chames a atenção para o que é nojento.

Acontecendo qualquer coisa de que resultasse para alguém confusão e vergonha, não faças caso; finge não ter percebido e procura distrair a atenção dos demais. Se tal coisa acontecer a ti, pede desculpa aos circunstantes com poucas palavras, sem afligir-te.

A limpeza da pessoa abrange também o asseio da roupa, dos objetos do próprio uso, dos móveis e dos quartos que se habitam.

Para o asseio e conservação da roupa, procurem os meninos não sentar no chão, não se encostar às paredes, não se entreter em brinquedos ou com companheiros que lhes façam enxovalhar ou rasgar a roupa.

Escova tua roupa diariamente, de modo particular os ombros para tirar a caspa, indício de negligência. Tem cuidado de não te manchares de sopa, café ou molho, de não te sentares em lugares molhados e de não enxugares as mesas ou as cadeiras com a roupa.

A roupa que vestes não deve servir de toalha nem de lenço. Há muitos, especialmente entre os meninos estouvados, que, para enxugar o suor do rosto e limpar os lábios, empregam uma banda do paletó ou uma das mangas; outros há que enxugam as mãos nas calças, etc. Todos eles mostram grande atraso nas regras de civilidade.

Grande desleixo e falta de asseio, mostram também os que trazem desatados os sapatos, as calças abotoadas só pela metade, os bolsos estufados, a camisa desabotoada e aberta, a gravata solta, os punhos caídos, etc.

As cuecas não devem aparecer por cima do cós da calça.

Quem usa cinto, não o conserve muito abaixo da cintura. É incivil tirar o cinto na presença de outrem, para arranjar as calças, ou usar dele como dum brinquedo, girando-o, ou batendo nos outros. É mais higiênico usar suspensórios.

Quando porventura se descose ou se rasga a roupa, é preciso mudá-la. O mesmo se observe quando estiver demasiado apertada.

Dormir com a roupa com que se passou o dia, é próprio do preguiçoso; isto estraga a roupa, prejudica a saúde, impede a livre circulação do sangue e a transpiração. Deve-se usar pijama ou camisa de dormir.

Vestindo-se e despindo-se, é preciso ter cuidado com a roupa. Não imites, pois, aqueles meninos mal acostumados, que desabotoam dum só golpe toda a roupa, arrebentando os botões, rasgam e atiram as peças em desordem, vestem a roupa às avessas, calçam trocados os sapatos, etc.

Vestir-se e despir-se são atos que se devem fazer sem auxílio de ninguém e com toda a decência e boa educação, evitando ficar descoberto diante de outrem.

Conserva tua cama bem limpa, arruma-a com cuidado todas as manhãs, estende bem os lençóis, de modo que não pendam mais dum lado que do outro. Deitar-se na cama, fora das horas de descanso, para ler ou passar o tempo, é preguiça e moleza.

Ama e conserva a limpeza em tudo: nas salas, nas estantes, nos armários, nos baús, na roupa, nos livros e cadernos, etc. A ordem e a limpeza facilitam o trabalho, poupam dinheiro e agradam a todos.

Não atires por terra restos de frutas, pedaços de papel, farrapos, fósforos usados, etc., mas põe-nos em lugar apropriado.

Não sujes nem risques os bancos, as portas, as janelas e as paredes, com figuras, sinais, palavras, datas, quer seja com lápis, giz ou tinta, quer seja com canivete ou outro instrumento. Tudo isto indica grande falta de educação e de senso estético, denuncia instintos bárbaros de vandalismo e causa às vezes danos consideráveis.

A todos cabe o dever de zelar pela limpeza e asseio dos banheiros. Não se escrevem sentenças nas paredes e portas, nem se façam garatujas de nenhuma espécie. Do estado desses lugares se pode avaliar a educação dos que os usam. — Muito cuidado com isso! Nada de cusparadas pelo chão. Na tampa, nas beiradas, no chão não deves deixar. Umidade de nenhuma espécie. Não esquecer a descarga.

Permita-me aqui reprovar o proceder daqueles que, ao saírem de tais lugares, continuam a vestir-se e abotoar-se fora, dando prova patente de grosseria.

Enfim, procura não levar para casa a lama dos caminhos; antes de entrar, limpa os sapatos no ferro, malha ou capacho, que em geral se acha à porta ou à calçada.


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Capítulo II - Do vestuário, porte e hábitos pessoais

No vestir, mais do que em outras coisas, deve-se guardar, um razoável meio termo, evitando os exageros, isto é, o excessivo cuidado e o desleixo. — A negligência no vestir revela falta de atenção e do respeito devido às pessoas com que se convive e, às vezes, denota grosseria. Nada de elegâncias rebuscadas; a maior simplicidade é o que mais agrada.

Deve-se evitar o luxo e a vaidade em ir atrás de todas as modas, enfeitar-se e adornar-se para atrair os olhares, e vestir-se como um manequim. Estes modos efeminados são provas de ânimo apoucado, de mesquinhez de caráter, de cultura superficial, e quiçá de desejos desordenados. Neste assunto, como em tudo o mais, deve predominar a naturalidade. Não deixes que teu corpo domine e escravize o teu espírito.

Teu vestuário seja cômodo, decente e de acordo com tua idade e condição, com os lugares, tempos e costumes. O sentimento cristão exige que também por meio do vestuário se distingam os dias santificados dos dias de trabalho.

O desalinho e descuido no vestir afastam a simpatia, pela aparência de desordem que dão à pessoa. Não toleres rasgões na roupa e no calçado; nunca te falte um botão; vê como está teu colarinho.

A correção e asseio exteriores refletem de algum modo, a honestidade interior. Na roupa, quanto for possível, não deves deixar manchas ou nódoas de gordura, de café, de tinta, etc. A roupa de passeio seja escovada com freqüência.

O chapéu deve ser bem colocado na cabeça; desabá-lo para frente ou pendê-lo sobre as orelhas, são modos dos garotos; enterrado na cabeça indica rusticidade e caído sobre a nuca revela leviandade.

Os sapatos devem ser cômodos e bem limpos. Os chinelos só se usam no quarto; não é permitido descer à sala de jantar, ir à igreja e muito menos, sair à rua de chinelos.

Nas ocasiões de funerais, usa-se roupa preta ou escura.

O porte da pessoa indica em geral, a educação que ela recebeu, a sociedade que freqüenta, a estima que merece, o domínio que exerce sobre si mesma e a consideração que usa para com as pessoas que a cercam. É coisa importantíssima habituar-se a um porte nobre; para o conseguir devem os jovens empregar as suas energias e força de vontade, aproveitando a idade em que a alma é ardente e o corpo é dócil e flexível.

Seja teu porte natural, ereto, franco e desenvolto. Não assenta bem num jovem andar curvo ou penso dum lado, como se lhe faltassem ossos.

A cabeça deve estar sempre erguida, mas não atirada em arrogância para trás ou com indolência para os lados. Não a gires a cada passo como uma ventoinha, nem a conserves tesa como capitel de coluna. Da posição habitual da cabeça alguns argumentam do caráter duma pessoa.

A expressão do rosto deve ser amável e digna; um rosto carregado e nublado, refletindo um enfado habitual, só granjeia antipatia e desconfiança.

Teu olhar seja sereno e franco, tua fronte sem rugas, teus lábios não se crispem bruscamente, mas conservem num leve sorriso. Não deixes que teu olhar vagueie cá e acolá, sinal de leviandade e falta de mortificação; não gires os olhos nas órbitas, o que dá ao aspecto um quê de sinistro e selvagem; não fixes demais o olhar em pessoas ou coisas para não passares por incivil.

É mais higiênico respirar pelo nariz que pela boca; deve-se por isso conservar a boca sempre fechada. Os trejeitos nos lábios durante a conversação indicam trivialidade.

Também pertence à nobreza do porte não resmungar, não fungar, não cantarolar e não rir desordenadamente. O estulto, diz a Escritura, levanta voz quando ri, mas o sábio apenas sorri. Assobiar, mesmo estando sozinho, revela educação vulgar.

As mãos exercem papel importante no porte duma pessoa. Não se devem meter nos bolsos, cruzá-las sobre a cabeça, pô-las nos quadris, esfregá-las a cada momento, etc. também é reprovável, como se disse atrás, estalar os dedos, espreguiçar-se, passar a mão continuamente pelo rosto, meter os dedos na boca, no nariz (e este feio hábito é tão comum!), bem como tocar tambor nas mesas, nas vidraças, etc.

Conserva as mão no seu lugar, isto é, não toques nas pessoas com que falas, não as tome pela mão ou pelo braço; não batas nas costas de outros e não lhes faça cócegas. Evita estes e outros atos descorteses, e não permitas que os usem contigo.

É lícito gesticular com as mãos enquanto se fala, para dar mais eficácia e energia à elocução; sejam, porém, tais gestos moderados.

Estando de pé, conserva o corpo aprumado; não lhe abandones o peso sobre uma perna, dobrando a outra; não te encostes, por quanto for possível, às paredes, às árvores, etc.

Sentado, apóia as mãos sobre os joelhos ou sobre a mesa, quando houver. Não cruzes as pernas diante de pessoas de respeito, não te sentes dando a frente ou um dos lados para o espaldar da cadeira, nem estejas nesta a balouçar-te. Em companhia não te sentarás, se os demais estiverem de pé. Procura, enfim, não te sentar mais do que o necessário: a vida muito sedentária faz envelhecer depressa.

O andar adapta-se à idade e à condição de cada um. O andar demasiado lento é sinal de fraqueza e indolência; o andar precipitado indica estouvamento e leviandade, e expõe a não poucos perigos. A pressa no andar pode, porém, ser justificada, como, por exemplo, por um negócio urgente, por uma desgraça, por motivo de chuva, atraso para entrar no emprego, para apanhar o trem, etc.

Quando andas, deves olhar para o chão, para veres os obstáculos que tens à frente e evitar encontrões nos transeuntes ou nas árvores. Os braços não se devem agitar demasiado, como se fossem badalos de sino, nem se devem bater os pés, como para enterrar as pedras. — Quando andas com outras pessoas, darás o lugar melhor às mais dignas de consideração; entrando ou saindo, lhes darás a precedência, abrirás as portas, ajudarás a tomar a condução, etc.

Enfim, empenhe-se todos por adquirir um porte nobre e conservá-lo habitualmente, tanto quando à sós, como em companhia, certos de que não cativarão jamais a benevolência e a simpatia de ninguém, usando maneiras bruscas e insolentes.

A respeito do vestuário e hábitos pessoais, devemos ainda evitar o seguinte:

Descuidar a limpeza da roupa branca. Devemos ser especialmente escrupulosos neste ponto.

Não ligar importância a certos pormenores de toalete. Muitas pessoas, asseadas noutras particularidades, descuidam, por exemplo, da limpeza das unhas.

Deixar crescer cabelos dentro das ventas ou das orelhas, minúcias das quais muita gente não faz caso.

Limpar os ouvidos, o nariz, cortar ou limpar as unhas diante dos outros.

Usar qualquer coisa no vestuário, que seja afetada. É preferível escolher cores comedidas e não adotar qualquer feitio que torne a figura caricata.

Usar broches, anéis ou qualquer jóia, que dê muito na vista. Botões de camisa, alfinetes de gravata, pulseira de relógio, etc., são artigos necessários; estes mesmos objetos, quanto mais simples, mais apropriados são à toalete (moda) masculina.

Assobiar na rua, nos bondes, em reuniões públicas, enfim em todos os lugares onde isso possa incomodar. É mesmo mais educado nunca assobiar.

Rir com estrondo. Faz gosto ouvir rir naturalmente, mas não ouvir gargalhadas estridentes, que irritam os nervos e são impróprias de pessoas educadas.

Sorrir ou fazer trejeitos a propósito de qualquer coisa. Muito riso é sinal de pouco siso.

Bocejar, soluçar ou espirrar diante de gente. Quando receamos que isso suceda, devemos deixar de respirar um instante, e os soluços ou espirros desaparecerão.

Assoar-se ruidosamente. Quanto menos barulho, melhor.

Ter o hábito de deixar descair o lábio inferior, ou conservar a boca aberta; mesmo quando dormimos, a boca deve conservar-se sempre fechada. É indício de fraqueza de caráter, e até nocivo para os dentes e para o estado geral, o mau hábito de andar de boca aberta.

Levar constantemente as mãos à cara, com o pretexto de torcer os bigodes, arranjar o cabelo, etc.

Andar de cá para lá com as mãos molhadas ou ensaboadas. Deve-se acabar de lavá-las na pia ou lavatório.

Irromper pelo quarto de outra pessoa sem pedir licença. É sempre costume bater à porta e esperar que respondam, antes de se entrar. Por maior que seja a nossa intimidade, nunca devemos esquecer essa exigência.

Não tirar o chapéu (evidentemente referimo-nos ao sexo masculino), em qualquer aposento particular.

Entrar na casa alheia a fumar.

Mexer em cartas, contas, ou coisas de caráter particular, que se encontram em cima de secretária de outra pessoa.

Olhar por cima do ombro de alguém que está lendo ou escrevendo. Devemos conservar um tanto apartados.

Ter as pernas em tremor nervoso, oscilar, ou bater com os pés, abanar com o corpo.

Ao fechar as portas, bater com elas, ou esquecermo-nos de as fechar, quando entramos ou saímos de qualquer aposento.

Não haja vergonha em recusar qualquer bebida que nos ofereçam. Ninguém tem o direito de estranhar tal coisa.


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Capítulo III - Da saudação

O cumprimento é a expressão mais comum e mais simples do amor ao próximo. No modo de cumprimentar é que alguém revela se é bem educado ou se tem educação deficiente. É o cumprimento que dá a primeira impressão, favorável ou desfavorável, às pessoas que de nós se aproximam.

Desde jovem, habitua-te a saudar devidamente as pessoas com quem te encontrares.

A saudação, num encontro, faz-se com um aperto de mão, entre amigos, ou tirando levemente o chapéu e fazendo ao mesmo tempo uma inclinação com os superiores. Nunca estendas a mão por primeiro a um superior; se este a oferecer, aperta-a com naturalidade e afeição.

O chapéu tira-se por completo. É ridículo erguer simplesmente a aba ou tirá-lo e conservá-lo suspenso sobre a cabeça. A saudação militar é reservada exclusivamente a militares. O chapéu tira-se com a mão direita.

A falta de desenvoltura e a indecisão no saudar, indicam que o indivíduo ainda não tem o hábito da cortesia.

Quando se avistam de longe amigos e superiores, tem-se obrigação de saudá-los o melhor possível, isto é, tirando o chapéu e inclinando-se amavelmente.

Quem tiver na boca um pirulito deverá tirá-lo com a esquerda e descobrir-se com a direita.

Se a personagem que se encontra é notável, como um bispo, um ministro, etc., é necessário deter-se um pouco em atitude de respeitosa reverência e ficar descoberto até que se afaste.

A expressão do rosto deve ter diversos tons, conforme o estado e condição de quem se saúda; grave e respeitosa para com os superiores, cordial e alegre para com os iguais, amável e benigna para com os inferiores.

Pelo caminho saudarás: a) as pessoas que te saudarem: não retribuir um cumprimento, é grosseria intolerável; b) as pessoas que saudarem quem te acompanha ou quem forem por ele saudadas; c) os superiores, mestres, patrões, benfeitores, conhecidos e amigos; d) todas as personagens distintas, civis e eclesiásticas, embora desconhecidas. O soldado tem o dever de cumprimentar seus oficiais, quer os conheça quer não, ora os sacerdotes são os oficiais da milícia católica.

Passando por uma igreja ou capela onde se conserva o Santíssimo, deves saudar a Jesus Cristo, descobrindo a cabeça. O mesmo farás ao passar diante de imagens sagradas ou nichos.

Encontrando uma procissão ou um enterro, tirarás igualmente o chapéu, e te conservarás em posição respeitosa, até que o préstito tenha passado. Se encontrares o Santíssimo, quer em procissão, quer quando levado como viático, ajoelhar-te-ás com ambos os joelhos, até que se tenha afastado.

Desviar abertamente o olhar de uma pessoa conhecida é mais do que grosseria; não saudar as pessoas com quem se teve algum atrito, denota sentimento anticristão; não saudar uma pessoa por ser de condição humilde, é orgulho manifesto.

O aperto de mão é um sinal de amizade e intimidade. Quem dá a mão deve fazê-lo com jeito, apresentando toda a mão, não dois ou três dedos só; o outro deve apertá-la delicadamente sem a sacudir.

Os abraços são permitidos entre amigos, depois de alguma ausência ou quando se separam por algum tempo; abraçar-se porém em plena rua, sem motivo razoável, não seria muito conveniente, por atrair demasiado os olhares. Os superiores usam, às vezes, este sinal de benevolência para com os inferiores, mas estes nunca devem ser os primeiros, excetuados raríssimos casos.

Os beijos só são permitidos entre parentes íntimos, como: pai, mãe, irmãos, etc. Só pertencem à intimidade doméstica.

Os filhos, a primeira vez que vêem seus pais, pela manhã, e à noite, antes de se deitarem, devem cumprimentá-los e tomar-lhes a bênção.

Entre amigos e conhecidos costuma-se acompanhar a saudação com alguma frase, como: Bom dia, boa tarde, boa noite! ou: Como vai? Como tem passado? A que se responde: Vou bem, obrigado; e o senhor? Quando se continua a conversa e se está na presença de algum superior, conserva-se a cabeça descoberta, até se receber convite para pôr o chapéu.




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Capítulo IV - Como se há de proceder nas viagens

Todos sentem prazer quando, nas viagens, se vêem rodeados de companheiros corteses e civis. É, portanto, de suma utilidade saber como se deve viajar.

Nas viagens deves trajar com decência e muito asseio; é este um dever não só para com as pessoas com quem viajas ou com quem te podes encontrar, como é também um dever para contigo mesmo, porque, especialmente nas viagens, o homem é julgado pelo modo de vestir.

Para as viagens de trem, dão-se as seguintes normas:

Cada um é livre de procurar a própria comodidade, sem todavia lesar direitos alheios e a cortesia. É conforme à civilidade deixar, ou antes, oferecer os lugares mais cômodos às pessoas respeitáveis ou idosas e aos superiores. Tais atenções são uma recomendação da nossa pessoa aos companheiros de viagem.

A pessoa educada não se atropela nos vagões, não empurra os outros para tomar os melhores lugares, não ocupa mais lugar do que é necessário, não estira as pernas sobre os assentos, etc.

Nas viagens deve-se, antes de tudo, aprender a calar. Assim como não se deve falar muito, também não se deve falar alto, de maneira a perturbar a conversa ou a leitura dos outros. Nunca é demasiada a reserva, sobretudo com estranhos; portanto não fales das coisas íntimas e familiares ou de coisas cuja revelação te possas arrepender. Quantas vezes a loquacidade, por demais ingênua nas viagens, foi causa de grandes males.

Evite-se tudo quanto pode produzir enfado ou incômodo aos outros, como assobiar próximo de outros viajantes, fazer rumor ou cantar, etc. Se se perceber que uma janela aberta incomoda alguém, deve-se fechar imediatamente, por mais agradável que nos seja o ar.

Nos carros dormitórios ninguém deve fumar (caso tenha esse prejudicial e repugnante vício).

Procure-se, quanto possível, não comer no trem; se todavia não se puder fazer diversamente, usem-se alimentos fáceis de manejar e sem fortes cheiros. É permitido oferecer aos companheiros de viagem mais próximos, frutas e doces; outros alimentos, só a pessoas íntimas.

Descendo do trem, usa os devidos reparos, a fim de não incomodares os outros. Portanto, não te precipites para seres o primeiro, não dês encontrões nas pessoas, procura não esquecer nada, etc. Saúda cortesmente os companheiros de viagem com expressões delicadas.

Os avisos das estradas de ferro devem-se observar à risca, para evitar abusos, estragos e desastres.

Evita questões com os carregadores e motoristas. Procura conhecer as tabelas de preços e, em todo caso, trata previamente o preço.

O que se disse para os trens, diga-se para os bondes e ônibus, observando que nos bondes não se pode comer, e só se pode fumar nos bancos em que isso é permitido.

No hotel, o viajante tem uma relativa liberdade, a qual, porém, não o dispensa das regras de conveniência:

Conserva um aspecto modesto e cortês; não faças atos triviais, não sejas exigente, imperioso para com os criados. Precisando fazer alguma queixa, faze-a com as devidas considerações.

Às refeições, recorda as regras já expostas para tal fim. Não dês motivo a juízos desfavoráveis.

Ao despedir-te, paga a conta sem muito questionar e dá de boa mente aos criados a gorjeta de costume.

Se visitares uma igreja, um instituto, um museu, etc., poderás ver tudo, mas em nada deverás tocar sem permissão. Os antigos diziam que os nomes dos estultos estão escritos em toda parte; por isso guarda de escrever o nome pelos lugares que visitas.


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Capítulo V - Do modo de se proceder como hóspede

A hospitalidade muito contribui para estreitar e consolidar a amizade. Convém pois apontar aqui alguns deveres, tanto de quem oferece hospitalidade, como de quem a recebe.

Quem convida alguém para ir a sua casa deve:

Preparar para o hóspede: quarto, mesa, etc.

Ir esperá-lo à estação ou rodoviária, se puder, ou mandar alguém da família, e só em último caso, o criado.

Depois dos primeiros cumprimentos, acompanhá-lo ao aposento que lhe foi destinado, dizendo-lhe que pode fazer de conta que está em sua casa, que não faça cerimônias, etc.

Acompanhando-o, deve revistar o quarto para ver que nada lhe falte. Não se esqueça de indicar-lhe onde está o banheiro e o interruptor de luz.

Tratá-lo com toda a amabilidade, levá-lo a algum passeio para ver as coisas notáveis da cidade ou do lugar, etc.

Não lhe dar suspeitas de que por sua causa algum membro da família teve que se incomodar, dormir fora, ou que a sua presença trouxe desarranjo ao andamento da casa, etc.

Pode-se aceitar hospitalidade:

Quando perceber que a oferta é feita de coração e não, como às vezes sucede, por pura formalidade.

Quando quem convida tem direito de o fazer. Cabe aos pais convidar os amigos e companheiros de seus filhos. Quem fosse a uma casa sem ter sido convidado, se exporia a uma repulsa ou a ser mal recebido.

Quando quem convida pode hospedar-nos comodamente. Se percebermos que a nossa visita trás incômodo ou que a nossa presença causa certo enfado a alguém, melhor e mais prudente será não aceitarmos.

Sem convite não convém ir visitar senão parentes muito chegados ou amigos íntimos. Chegando duma viagem, melhor é que se vá a um hotel. Mas se um amigo ou conhecido convida instante e sinceramente, recusa-se no princípio, cortesmente, mas depois pode-se aceitar.

O hóspede tem deveres para com a família que o recebe:

Mostre-se satisfeito e alegre do tratamento; não censure a habitação, a comida, a criadagem, etc.; ao contrário, use todos os sinais de aprovação e reconhecimento.

Evite tudo quanto possa tornar pesada sua presença. Não se intrometa em nada, não revistes todos os lugares da casa, não mostre muita curiosidade de saber dos interesses da família, etc.

Não tome demasiado à letra o convite dos donos da casa “para estar em casa deles tanto à vontade como na sua própria”.

Procure seguir os costumes da casa, evitando levantar ou deitar tarde ou cedo demais, fumar nos quartos (caso tenha esse repugnante vício), chegar fora de hora para as refeições, etc.

Não se esqueça de vir prevenido com papel de cartas, selos, navalha, escova de dentes, etc. Nunca devemos pedir emprestados estes objetos.

Estando hospedado em casa de algum amigo, não pode visitar uma pessoa, com quem o dono da casa tem relações cortadas.

Não se esqueça que é geralmente bem recebido aquele hóspede que permanece pouco tempo; portanto, despeça-se logo que puder, para não se tornar enfadonho.

Seja generoso e ao partir dê alguma gorjeta aos criados pelos serviços recebidos.

Tenha em vista a grande obrigação do segredo sobre os negócios da família. Quem convive por muito tempo com uma família, chega a ter notícias sobre os haveres, interesses, relações, às vezes pequenas minúcias e particularidades que não devem, de modo algum, ser divulgadas.

Chegando em casa, escreva logo agradecendo o bom acolhimento que teve.


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Capítulo VI - Preceitos gerais

Coisas que se devem evitar:

Pedir livros emprestados e não os devolver prontamente; estragá-los, dobrar as lombadas ou as páginas, escrever nas margens ou encher de nódoas. Todo o cuidado é pouco com objetos emprestados.

Tocar, em excesso, violino, piano, vitrola ou qualquer outro instrumento musical. Os vizinhos têm nervos, e não os devemos maçar constantemente. Se pudéssemos conseguir tocar somente um instrumento, depois que o conhecermos perfeitamente, seria o ideal, principalmente para quem nos ouve.

Ser egoísta.

Não ser pontual.

Irritar-se quando as coisas não correm bem.

Estar carrancudo e silencioso.

Ser rabugento; não existe paz numa casa onde haja uma pessoa com esse deplorável defeito.

Incomodar de qualquer modo os teus vizinhos. Cuidado com o rádio, televisão, etc.

Se praticares alguma boa ação, falares nela depois.

Servir-te com freqüência das tuas relações, para lhes pedir favores.

Ler cartas que não te são dirigidas, sem permissão do destinatário, por mais familiar que te seja o nome que as subscreve.

Dar prontamente conselhos sobre o viver doméstico ou econômico de qualquer pessoa.

Supor que qualquer excentricidade, como usar cabelo comprido demais (referimo-nos ao sexo masculino), trazer as unhas muito crescidas ou o fato com um corte especial, etc., são sinais de gênio artístico ou poético.


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Capítulo VII - Para os rapazes

Muitas instruções que damos neste livro, são aplicáveis tanto às crianças como às pessoas crescidas; no entanto algumas há especialmente dedicadas à infância. Nestes dois capítulos, repetimos contudo alguns dos preceitos que temos dado nos precedentes, a fim de bem se fixarem nos espíritos infantis.

Guardem-se:

Diminuir a polidez e a consideração que a todos se deve, com a idéia falsa de não parecerem afetados ou efeminados. Os rapazes sejam vigorosos e varonis, o que entretanto, não quer dizer que não possam juntar a essas qualidades uma excelente educação social. Convém que os usos um pouco livres de certos esportes não prejudiquem as boas maneiras, essenciais na sociedade; estas devem cultivar-se com afinco, de modo que, à força do hábito, se tornem uma segunda natureza.

Pensar que a educação física do homem consiste apenas na ginástica das pernas; descuidar a educação moral e intelectual; dar demasiada importância a competições desportivas, concursos, etc.

Esquecer-se de dar o “Bom dia” todas as manhãs à família, e, ao deitar, o “Boa noite”. Quando um rapaz entra na aula, deve também cumprimentar logo o professor, assim como quando sai.

Quando encontrar na rua senhoras conhecidas, não lhes tirar o chapéu; o mesmo se deve sempre fazer aos homens mais idosos.

Não se levantarem quando entra uma visita.

Entrar precipitadamente num quarto, sejam quais forem as circunstâncias, sem pedir licença; e quando entrarem, não cumprimentar delicadamente todas as pessoas presentes. Quando se apresentarem, não devem tocar na mão de pessoa alguma, sem que ela o faça primeiro.

Interromper qualquer pessoa quando fala. Não é mesmo de boa educação os rapazes meterem-se na conversação das pessoas adultas.

Assobiar diante de pessoas de respeito, tamborilar numa cadeira ou parede, bater com os pés no chão e finalmente fazer qualquer barulho desnecessário e incômodo diante de gente.

Gritar quando falam, dentro ou fora de casa.

Esquecer todas as instruções que nos capítulos deste livro se referem à maneira de estar à mesa.

Sentar-se antes das outras pessoas.

Brincar com talher ou qualquer objeto.

Debruçar-se sobre a mesa ou pôr sobre ela os cotovelos; podemos apenas apoiar as mãos ou os pulsos.

Gorgolejar quando se toma sopa.

Estender a cabeça por cima do prato, como se nunca tivessem visto a iguaria servida, ou tivessem medo de que alguém a roube.

Afastar muito os cotovelos do corpo.

Comer com a faca. Só se leva à boca a colher ou o garfo; a faca, nunca.

Engolir grandes bocados.

Fazer ruído com a boca, quando comem ou bebem.

Ser menos respeitosos com o professor ou pouco aplicados ao estudo.

Aborrecer os companheiros com gracejos e caçoadas.

Apoquentar os irmãos ou companheiros de brinquedo. Não há nada mais aborrecido do que uma criança rabugenta.

Esquecerem-se das atenções que devem às pessoas mais velhas. Essas atenções são, a um tempo, prova da delicadeza de sentimento e de boas maneiras.

Praticar atos, que depois os possam envergonhar.

Deixar de dizer a verdade em todas as circunstâncias. Sejam sempre francos, cordiais e honestos.

Trazer as mãos ou unhas sujas, e descuidar a limpeza dos dentes, ouvidos, etc. Os rapazes bem arranjados e asseados, tornam-se simpáticos a toda gente.


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Capítulo VIII - Para as meninas

Quase tudo o que já dissemos no capítulo precedente, acerca dos rapazes, deve ser igualmente aplicado às meninas.

Além disso, guardem-se as meninas de:

Tratar sem consideração as pessoas que nos são inferiores. É desagradável ouvir uma menina ralhar com os criados, ou dar quaisquer ordens de maneira autoritária. O bom tratamento para com os inferiores é indício de polidez e também de uma alma bem formada.

Não cumprimentar amavelmente todas as pessoas da família, pela manhã.

Amuar, quando os irmãos as metem em ridículo. De parte deles, não é isso bom costume; no entanto, quando isso sucede, nada há como levar o caso em brincadeira e não lhe ligar importância alguma.

Ser egoísta. Para sermos verdadeiramente delicadas, devemos sempre pensar nas conveniências dos outros, antes de pensarmos nas nossas.

Ocupar o melhor lugar em qualquer parte onde haja pessoas adultas.

Tagarelar com as companheiras quando pessoas adultas estão conversando.

Dizer segredos diante de gente ou continuar a ler quando alguém entra na sala onde estamos.

Ser desmazeladas, fazer caretas, pôr a língua.

Sentar-se com as pernas cruzadas.

Roer as unhas, brincar com o cabelo, apontar com o dedo, remexer-se na cadeira.

Meter na boca o lápis, caneta, borracha ou outros objetos semelhantes. É um hábito que se contrai facilmente, mas que se perde com um pouco de boa vontade.

Bater os pés quando estão zangadas.

Ser difíceis de contentar nas refeições. Comer guloseimas com excesso.

Quando estiverem na igreja, olharem para cá e para lá, ou pasmarem para quem entra.

Não chegarem a horas a qualquer reunião, previamente marcada. Não há nada mais incômodo e menos polido do que a falta de pontualidade.

Esquecer-se de agradecer, quando alguém lhes presta qualquer serviço ou faz algum favor.

Apontar para as pessoas que vemos na rua, e deixar de corresponder às que nos cumprimentarem.

Falar em tom de voz muito alto ou estridente.

Ser afetadas na maneira de falar. Falar com voz esganiçada, aos gritinhos. Devemos ser simples e naturais.

Ter modos petulantes.

Dizer coisas desagradáveis às companheiras de brinquedo e mostrar inveja de vestidos ou chapéus usados por outras meninas. É impossível termos tudo quanto desejamos, e é doidice ter um grande desgosto, por vermos as outras mais bem vestidas do que nós.

Empregar palavras triviais quando falam. Nada há que faça pior efeito, que ouvir sair da boca de uma menina termos usados por gente ordinária.

Pensar que ficam bonitas quando se pintam, deixando o rosto em estado caricato, como se fosse paleta de pintor ou porta de tinturaria...

Não obedecer aos pais e professores, não mostrar deferência a todas as pessoas de respeito, não ser bondosas para as companheiras e criadas, não ter consideração pelos desejos e sentimentos dos outros, não ser modestas no porte e finalmente não observar as pequenas regras que constituem a boa educação de uma menina.

http://www.filhosdapaixao.org.br/civilidade/civilidade_04.htm#Capítulo%20I%20-%20Do%20asseio

sábado, 11 de junho de 2011

Letter to a Young Girl.

ALICE VON HILDEBRAND

How beautiful when a bride can say to her husband on their wedding night, “I have kept this garden virginal for you, and now, with God's permission I am giving you its key, knowing that you will enter into it with reverence.” This touching piece of writing would be a lovely gift of truth for a young girl or even for a young boy to read in the proper context.

My dear young friend:

I know that young girls like secrets, and I am going to share one with you. God has chosen your sex for you; He made you to be a girl. You know that girls today are often told by feminists that the Church is “sexist” and has “discriminated” against them from the very beginning. She is accused of having treated them as “inferior,” less talented, less gifted, made to be man's servants. She has denied them power in the Church, and prohibited them from receiving the highest honor, to be ordained to the priesthood and so on.

No doubt, you have heard this siren song, because the media are good when it comes to spreading this negative message. And this is why, to rebut these false claims, I would like to make you realize that women — far from being discriminated against — have been granted a unique place by God in the work of redemption. The beauty of their mission is already hinted at in the Old Testament, but it finds its fulfillment only in the New, that is in the sweet Mother of our Savior; in Mary, the gentle Maid of Nazareth who was chosen from all eternity to be the Mother of the Redeemer.

Let us take off our “secular” eye glasses, and then we shall be able to see that women, far from being “discriminated” against, are in many ways privileged. And this is the “secret” I wish to share with you. The body of every little girl born into this world is mysterious sealed by what is properly called “the veil of virginity”. That is to say, a “secret” is entrusted to her body, and a secret is always “veiled.” According to Christian teaching, this veil closes the entrance to a mysterious garden which belongs to God in a special way, and for this reason cannot be entered into except with His express permission, the permission that God grants spouses in the Sacrament of Matrimony. Any little girl aware of this “mystery” will feel that her body is to be modestly clothed, so that its secret will be hidden from lewd looks.

Little girls, of course, grow up. How beautiful when a bride can say to her husband on their wedding night, “I have kept this garden virginal for you, and now, with God's permission I am giving you its key, knowing that you will enter into it with reverence.”

Moreover, when a wife conceives a few hours after her husband has embraced her, God creates the child's soul in her body, (as you certainly know, neither husband nor wife can produce the human soul; God alone can create it.) In other words, there is a personal “contact” between God and the woman which, once again, gives to the female body a note of sacredness. Don't forget that He whom the whole universe cannot contain, was “hidden” in the womb of the Holy Virgin for nine months. Once you realize this, you will be awe-filled for the double mystery that God has confided to you: to conceive a human being made to God's image and likeness, and to give birth to it in pain and anguish. Do not forget that it was also in pain and anguish that Christ re-opened for us the gates of paradise — which had been shut by sin. To women has been granted the awesome privilege of nobly suffering so that a new human being, made to God's image and likeness, might come into the world. Meditate upon this for a moment, and you will feel a deep reverence for your body. It belongs to God, and is not a “play thing” that you can dispose of as you please.

If you ever study pagan art, you will discover that it pays tribute to the male reproductive organ, representing it in various sculptures and paintings as a symbol of strength, virility, creativity, power. But from the very moment that the Catholic Church became a recognized religion, she fought relentlessly against this pagan cult. But the Church introduced a prayer uttered millions of times every single day in which the female organ par excellence, the “womb” is mentioned. “Blessed is the fruit of Thy womb, Jesus.” I am sure, my dear young friend, that if you meditate on this, you will understand that it is a privilege to be born a woman, and will respect the mystery that God has put in the female body.

Thank God that He has made you to be born a woman; I am sure now that you understand that it is a great privilege.

Dr. Alice von Hildebrand

ACKNOWLEDGEMENT

von Hildebrand, Alice. “Letter to a Young Girl” this letter was submitted, by the author, for use by the Catholic Educator's Resource Center, (1999).

THE AUTHOR

Alice von Hildebrand was married to the great philosopher, spiritual writer, and anti-Nazi crusader, Dietrich von Hildebrand, who passed to his reward in 1977. She is Professor Emeritus at Hunter College (CUNY). Alice von Hildebrand is on the Advisory Board of the Catholic Educator's Resource Center.

Copyright © 1999 Alice von Hildebrand

sexta-feira, 29 de abril de 2011

Artigo "As vestes a luz da Bíblia Sagrada"



Pe. Elcio Murucci

As vestes a luz da Bíblia Sagrada

I

Porque muitos padres não usam mais falar contra a imodéstia das modas, muitas pessoas, sobretudo as mais novas, ficam pensando que as exigências da modéstia são invenções dos padres tradicionalistas. Por isso, quero tratar deste assunto baseado na Sagrada Escritura, que é a palavra de Deus.

1 - Deus Criou Adão e Eva no estado de inocência, sem a concupiscência, isto é, sem o desregramento das paixões. Dai, antes do pecado, Adão e Eva estavam nus e não se envergonhavam. Confira a Bíblia Sagrada: Gen. II, 25. E eles conversam familiarmente com Deus. Mas a partir do momento em que pecaram, perderam a inocência, começaram a ter maldade e então, tiveram vergonha em se verem nus, e coseram folhas de figueira e fizeram para si cinturas. É o que se lê na Sagrada Escritura em Gen. III, 7. Foi o que eles puderam conseguir naquele momento após o pecado. Mas embora assim cobertos na cintura, se julgaram ainda nus, tiveram vergonha e se esconderam de Deus. Confira a Bíblia Sagrada: Gen. III, 9 e 10. E notai que o próprio Deus não achou também suficiente esta veste sumária. Eis o que diz a Bíblia em Gen. III, 21: "Fez também o Senhor Deus a Adão e à sua mulher umas túnicas de peles e os vestiu".

2 - Consideremos bem isto, porque é uma ação do próprio Deus. Quem ousará contestá-la?! Se veste fosse assim algo secundário, Deus teria deixado a critério de Adão e Eva. Considere-se primeiramente, que Deus os vestiu assim com modéstia, embora fossem esposos e os únicos que existiam até então sobre a terra. Neste particular entende-se a palavra de S. Paulo que recomenda a modéstia "porque Deus está perto". Confira Filipenses IV, 5. A pessoa deve se vestir com modéstia não só na igreja mas em toda parte. É claro que na igreja exigir-se-ão modéstia e decoro ainda maiores. São Paulo diz: "Do mesmo modo orem também as mulheres em trajes honestos, vestindo-se com modéstia e sobriedade". Confira I Timóteo, II, 9. Considere-se também que Deus vestiu nossos primeiros pais com túnicas. A túnica, por sua própria natureza, é uma veste que satisfaz as exigências da modéstia, porque oculta inteiramente o corpo não só enquanto o cobre, mas também enquanto não deixa transparecer a sua forma.

3 - Era também exigido por Deus a diferenciação entre o modo de se vestir dos homens e das mulheres; tanto assim que Deus considera abominável a mulher que se veste de homem e vice-versa. É o que diz a Bíblia Sagrada em Deuteronômio, XXII, 5. Vê-se, portanto, que as vestes unissex são condenadas por Deus na Sagrada Escritura. E a própria ordem natural exige que as diferenças entre os sexos sejam manifestadas, de maneira digna e honesta, pelo modo diferente de vestir, adequado a cada sexo.

Entre o povo fiel a Deus, procurando obedecer ao Seu preceito, desde os primeiros tempos, procurou-se um feitio de túnica para cada sexo, além das vestes complementares que davam naturalmente uma diferenciação maior. Há, no entanto, testemunhos de que os pagãos não obedeciam a estas normas. Não conheciam o verdadeiro Deus e a sua Lei.

Os sacerdotes da Antiga Lei também usavam túnicas cujo modelo era bem diferente e foi indicado pelo próprio Deus. Confira Êxodo, XXVIII, 31. Nosso Senhor Jesus Cristo também se cobria com túnica. Confira S. João, XIX, 23. Há muitas outras passagens do Antigo e do Novo Testamentos que mostra ser a túnica usada entre o povo. Por exemplo: Gen. XXXVII, 32; S. Mateus, V; Ats. IX, 39, etc.

4 - Alguém dirá que estas vestes tiveram que ser trocadas por outras diante das novas exigências da sociedade. Até concedemos que assim possa ser, mas desde que se respeitem os dois princípios determinados por Deus na Sagrada Escritura através do exemplo dado em relação a Adão e Eva e do preceito do Deuteronômio, XXII, 5 ou seja: 1º- que a roupa cubra realmente o corpo e não envolva nenhuma indecência que venha trazer escândalo para o próximo; 2º- que não haja travestimento, isto é, que a mulher não se vista de homens e vice-versa.

5 - Além da primeira razão da decência para as vestes (= a presença de Deus em toda parte, a concupiscência própria e a vergonha natural depois do pecado original), há também uma outra razão que diz respeito ao próximo. Como depois do pecado original passou a existir no homem a concupiscência da carne, dos olhos pelos quais entram no coração os maus desejos, a lascívia, os adultérios etc. as vestes cobrindo direito o corpo se tornam necessárias também em relação ao próximo ou seja para se evitar o escândalo, isto é, tropeço que leva as pessoas a cair no pecado. E neste particular, indecente e condenável é não só a veste que não cubra bem o corpo mas também quando deixa transparecer a forma do corpo ou em razão de seu próprio feitio ou por ser ajustado. Roupa muito ajustada só pode ter uma razão de ser: a maldade. Jesus Cristo deixou os princípios, os avisos, as regras da mal moral pelos quais os homens de todos os séculos devem guiar o seu modo de proceder. Segundo diz a Sagrada Escritura na Epístola aos Hebreus, XXII, 8 e 9: "Jesus Cristo é sempre o mesmo, ontem e hoje, e por todos os séculos". E, por outro lado, os homens, quando à concupiscência, são também sempre os mesmos. Daí não pode ninguém dizer que os tempos mudaram e por isso as advertências de Jesus não têm mais valor hoje. Consideremos, então, algumas destas advertências de Jesus. Jesus falou contra os escândalos, isto é, as seduções que levam os outros ao pecado: Disse Jesus: "Ai do mundo por causa dos escândalos; porque é inevitável que sucedam escândalos; mas ai daquele por quem vem o escândalo!". Confira S. Mateus, XVIII, 7-9. Jesus advertiu igualmente: "Quem olhar para uma mulher desejando-a, já cometeu adultério com ela no seu coração". Confira S. Mateus, V, 28. Agora, quem é que não reconhece que uma pessoa vestida menos decentemente é causa destes maus desejos e adultérios contra os quais fala Jesus acima? Quem não for fraco neste ponto atire a primeira pedra.

6 - Alguém poderá dizer que não vê e não sente maldade alguma em usar tal veste. Pode até ser verdade agora porque já se acostumou no mal e adquiriu o mau hábito. Mas considere: 1º- que toda pessoa é culpada quando não procura eliminar o mau hábito, 2º- que é preciso olhar também o próximo. Donde, se a veste não é inteiramente decente eu tenho obrigação de evitá-la para não escandalizar talvez o próximo e incorrer assim na censura de Jesus: "Ai daquele por quem vem o escândalo". E veja bem que a Sagrada Escritura manda evitar até uma coisa que de si não seria condenável, mas que fosse motivo de escândalo para o irmão fraco por quem morreu Jesus. Confira I Coríntios, VIII, 13.

7 - E há também o escândalo das crianças que se sentem tentadas a imitar as mais velhas e assim vão perdendo o recato, o pudor e a pureza já desde pequenas. Jesus advertiu: "É melhor uma pessoa amarrar uma pedra de moinho ao pescoço e se lançar no fundo do mar do que escandalizar uma criança". Confira S. Mateus, XVIII, 6. Já imaginaram as contas que vão dar a Deus as mães que dão este mau exemplo às suas Filhas!!! Os pais procurem, pois, seguir o conselho que a Bíblia Sagrada lhes dá em relação aos Filhos: "Tens Filhos? Ensina-os bem, e acostuma-os às sujeição desde a sua infância. Tens Filhas? Conserva a pureza de seus corpos". Confira Eclesiástico VII, 25 e 26. Quantas mães, no entanto, desculpam seus Filhos dizendo que são jovens e devem aproveitar a mocidade. Estas ouçam o que diz a Sagrada Escritura: "Regozija-te, pois, ó jovem na tua mocidade, e viva em alegria o teu coração na flor de teus anos, segue as inclinações de teu coração e o que agrada aos teus olhos, mas sabe que Deus te chamará a dar contas de todas estas coisas". Confira Eclesiastes, XI, 9 e 10. Meditem, outrossim, nos elogios que a Bíblia faz à castidade e pureza: "Oh! quão formosa é a geração pura com o seu brilho!". Confira Sab. IV, 1. "Graça sobre graça é a mulher santa e cheia de pudor. Todo preço é nada em comparação de uma alma que pratica a castidade". Confira Eclesiástico, XXVI, 19 e 20.

8 - CONCLUSÃO: A Sagrada Escritura e a Tradição são as duas bases sólidas sobre as quais se funda a Igreja de Nosso Jesus Cristo. Se alguém não as aceita, então, vai se basear em que? No seu modo de pensar? Nas máximas do mundo? Mas quem age assim não é de Jesus Cristo.



Nossa Senhora do Rosário de Fátima!

Convertei os pecadores!



II

Respondendo a algumas objeções:

1ª objeção: Vestes é uma questão secundária. O que importa é o coração.

RESPOSTA: Vimos já no primeiro folheto que Deus não pensou assim. Ele mesmo fez questão de cobrir Adão e Eva com túnicas depois que eles pecaram. Confira Gen. III, 21. Depois, na verdade, nós não dizemos que toda aquela que se veste de acordo com a virtude da modéstia tem forçosamente o coração bom e perfeito, e estará isenta de outras faltas. Em outras palavras, nós não queremos dizer que a modéstia seja tudo o que a pessoa deve ser, mas é uma das coisas necessárias para se agradar a Deus e até é uma das coisas pelas quais se pode conhecer a pessoa segundo declara a própria Bíblia no livro do Eclesiástico XIX, 27: "A Veste do corpo, o riso dos dentes e o andar do homem, dão a conhecer o que ele é". Vimos no primeiro folheto que a modéstia é exigida por Deus na Sagrada Escritura e é com a convicção de coração no sentido de agradar mais a Deus e com empenho de fazer sempre o que está mais de acordo com a Sua vontade, que a pessoa deve se vestir com modéstia. O que importa é o coração reto que procura fazer o que Deus manda.

2ª objeção: Este negócio de vestes é relativo. Hoje, vestes que antes eram proibidas são permitidas e não impressionam mais.

RESPOSTA: Diz a Bíblia Sagrada: "Os olhos não se fartam de ver". Confira Eclesiastes, I, 8. É a concupiscência dos olhos de que faz menção o livro do profeta Ezequiel, XXIII, 14-16. Esta concupiscência dos olhos leva a pessoa a procurar ver sempre o pior. Assim, a veste desde que começa a ser menos decente, vai provocando desejos mais perversos. E a sensualidade embora encontrando o que deseja, nunca se satisfaz. Daí, de um lado, se compreende porque o mundo tende sempre a uma maior imodéstia nas modas. E, por outro lado, entende-se porque a Igreja sempre lutou por uma maior modéstia nos trajes. E antigamente exigia-se até mais do que o mínimo para impedir que as vestes fossem piorando sempre mais. E a medida que o progressismo foi dando liberdade, a coisa foi só piorando e vai piorar mais se todos os padres da Igreja não voltarem a combater a imodéstia como a Igreja sempre fez. Dizem que tudo é natural. Mas pelos frutos se conhece a árvore. O que nós estamos vendo é uma sociedade cada vez mais entregue aos pecados da carne. É o desprezo completo pelos mandamentos de Deus, que, no entanto, continuam e continuarão de pé. É o que diz o Salmo 110, 8: "Todos os seus mandamentos (Senhor) são imutáveis, confirmados em todos os séculos, fundamos na verdade e na equidade".

3ª objeção: Mas é muito difícil seguir estas normas da modéstia. Impondo-as, vai ficar um número muito pequeno na Igreja.

RESPOSTA: Quanto a ser difícil nós não negamos. Jesus mesmo já dissera: "O reino dos céus padece violência e só os violentos é que o arrebatam". Confira S. Mateus XI, 12. Quanto a ser um número pequeno o daqueles que seguem as normas da modéstia, nós devemos primeiramente observar que: se os padres progressistas, baseados na Sagrada Escritura e na Tradição da Igreja, ensinassem isso (= a modéstia), os fiéis se convenceriam melhor e o número seria maior embora continuasse a ser minoria em relação aos maus. Nosso Senhor Jesus Cristo já disse: "Entrai pela porta estreita porque larga é a porta e espaçoso o caminho que conduz à perdição e muitos são os que entram por ela. Quão estreita é a porta e apertado o caminho que conduz à vida". Confira S. João, XIV, 6. Compreende-se que o caminho do céu é estreito quando se pensa naquela palavra de S. Paulo na epístola aos Gálatas, V, 24: "Aqueles que são de Jesus Cristo crucificaram a sua carne com os seus vícios e concupiscências".

A História Sagrada confirma o que acabamos de dizer sobre o pequeno número: Quando Deus destruiu a humanidade pelo dilúvio só oito pessoas se encontraram fiéis a Deus e se salvaram. O resto se entregou aos pecados da carne. Confira a Bíblia Sagrada: Gênesis, Capítulos VI e VII. Quando Deus destruiu as cidades de Sodoma e Gomorra só quatro pessoas se salvaram porque só elas não tinham se contaminado pela impureza. Leia na Sagrada Escritura o capítulo XIX do livro de Gênesis.

4ª objeção: Mas Deus é pai e não vai exigir tanto sacrifício e nem vai castigar alguém por seguir a moda.

RESPOSTA: Já vimos pela Sagrada Escritura, que Deus condena a moda que não seja conforme a decência. Vimos também na Bíblia Sagrada como Deus castigou várias vezes os homens por causa dos pecados da carne. E S. Pedro diz que estes castigos foram para servir de exemplo aqueles que venham viver também impiamente segundo a imunda concupiscência. Confira 2ª Epístola de S. Pedro, II, 4-10. Vimos igualmente como aqueles que desejarem ser de Jesus Cristo têm que renunciar a si mesmos, aos seus vícios e concupiscências. Conf. Gal. V, 24.

Porque Deus é Pai bondoso e paciente eu não vou ofendê-lo, mas pelo contrário, deve procurar a Sua vontade e segui-la. "Quem me ama, disse Jesus, guarda os meus mandamentos". "Quem é meu amigo procura fazer o que eu mando". Confira S. João XIV, 15 e XV, 14.

Os que querem seguir esta mentalidade progressista (= de que Deus é pai e não castiga ninguém e por isso posso fazer o que quero), ouçam o que diz a Bíblia Sagrada em Eclesiástico, V, 2 a 9: "Não te abandones na tua fortaleza, aos maus desejos de teu coração; e não digas: Como sou poderoso! Quem poderá obrigar-me a dar-lhe conta das minhas ações? Porque Deus certamente se vingará deles. Não digas: Eu pequei e que mal me veio daí? Porque o Altíssimo, ainda que paciente, é justiceiro. Não estejas sem temor da ofensa que te foi perdoada, e não amontoes pecados sobre pecados. E não digas: A misericórdia do Senhor é grande, ele se compadecerá da multidão dos meus pecados. Porque a sua misericórdia e a sua ira estão perto uma da outra, e ele olha para os pecadores na sua ira; Não terdes em te converter ao Senhor, e não o difiras de dia para dia porque virá de improviso a sua ira". Confira também Rom. II, 4: "Ou desprezaste as riquezas da sua bondade e paciência e longanimidade? Ignoras que a bondade de Deus te convida à penitência?".

5ª objeção: Mas, se a gente não seguir a moda, as pessoas do mundo zombam e chamam a gente de atrasada, cafona, etc.

RESPOSTA: Não podemos ser do mundo porque a Sagrada Escritura diz a todas as classes de pessoas: "Não ameis o mundo nem as coisas que há no mundo". Confira I, S. João, II, 15. Quanto ao fato de o mundo zombar daqueles que seguem a Jesus, isto sempre existiu. Jesus mesmo disse: Porque não sois do mundo, o mundo vos aborrece. "Aqueles que, querem viver piamente em Jesus Cristo, sofrerão perseguição". Confira II Tim. III, 12. Já os Apóstolos pela pregação da fé, e os cristãos por permanecerem firmes nesta fé, foram objeto de zombarias e de toda espécie de sofrimentos. Confira Atos, XVII, 32 a 34. Hebreus, XI, 36 a 40, I Pedro IV, 4. Medite, no entanto, o que diz Jesus Cristo em S. Marcos VII, 38: "No meio desta geração adúltera e pecadora, quem se envergonhar de mim e de minhas palavras, também o Filho do Homem se envergonhará dele, quando vier na glória de seu Pai com os santos anjos".

6ª objeção: Mas a Igreja tem que seguir o progresso; se adaptar aos novos tempos; não pode ficar parada no tempo e no espaço.

RESPOSTA: Esta objeção faz parte da doutrina modernista hoje praticada pelos progressistas mas já condenada anteriormente por São Paio X.

A Igreja deve levar os homens ao progresso no bem. Isto sim. Porque Jesus fez a Igreja para ser o sal da terra e a luz do mundo. Para a religião ser verdadeira e ter firmeza, a quem se deve seguir? A Jesus ou aos homens? É claro que se deve seguir a Jesus. Eis o que diz S. Paulo: "Porventura é aos homens que eu pretendo agradar? Se agradasse ainda aos homens não seria servo de Cristo". Confira Gal. I, 10. Diz ainda a Sagrada Escritura: "Jesus Cristo é sempre o mesmo, ontem e hoje e o será por todos os séculos. Não vos deixeis levar por doutrinas várias e estranhas". Confira Hebreus XIII, 8 e 9.



Nossa Senhora revelou a Jacinta, vidente de Fátima: Vão aparecer modas que ofenderão muito o meu divino Filho.



Pe. ELCIO MURUCCI - Vigário de Ururaí - Dores.

Female Indecent Fashion.


I. Instruction of the Holy See

“Very often, as the occasion arose, the Sovereign Pontiff (Pius IX) reproved and energetically condemned the shameless styles of dress which, little by little, were becoming popular among Catholic women and girls. Such fashions not only offend against feminine beauty and modesty, but, what is still more serious, they do great harm to the wom

en who wear them, and, worse yet, they unfortunately lead many others to eternal damnation.

“Nothing is more reasonable or more necessary than that the Bishops - as is fitting for ministers of Christ - should, with one voice, raise a barrier against these bold and licentious fashions, bearing with serenity and courage the insults and mockery which they will receive, because of their unyielding position on this matter, from malicious spirits ...

“Let parish priests and preachers, according to the recommendation of Saint Paul, and as the occasion presents itself, “insist, explain, reprove and exhort”, to the end that women should dress in such a way as to radiate modesty, and their clothing enhance and protect virtue. Let them, also, admonish parents not to allow their daughters to wear immodest outfits.

“Parents should not allow their daughters to enter into public gymnastic exercises and other competitions of this kind. If such exercises should be obligatory, let parents, above all, take care that their daughters’ outfits not offend against modesty and propriety, and that they never be allowed to dress indecently.

“School principals and teachers should not receive into their schools students who dress in an unseemly fashion - nor make exceptions in this matter for their own children - and if such students have already been accepted, they should be expelled unless they correct themselves.”

II. Plenary Assembly of the Bishops of Brazil
“Let the priests forcefully insist that women wear clothing which expresses modesty ...

“Let women, at all times, but especially, as the Apostle Saint Paul teaches, when they are in church, dress with modesty. If they should dare to enter the church immodestly dressed, let them, as Canon Law commands (Canon 1262, par. 2), be judiciously put out and prevented from assisting at any function whatsoever.

“Let those who are going to receive Holy Communion be decently dressed. Women whose heads are not covered and who are improperly dressed are to be excluded from the Sacrament, as Canon Law directs (Canons 855 & 1262, par. 2).”

III. General Pastoral Directive (1915)
“Women must be decently dressed, especially when they go to church. The parish priest may, with due prudence, refuse them entrance to the church and access to the reception of the Sacraments, any and every time that they come to church immodestly dressed.” (#524)

Modesty and Modes of Dress
We are all born with a fallen nature and, consequently, we must keep our bodies covered in order to avoid the dangers of concupiscence.

This fact, a result of original sin, is deliberately ignored each time that naturalism attempts to insinuate itself into our Christian customs. Then it is that the purpose of clothing is lost sight of, and instead of being an invitation to virtue, it becomes an incitement to sin. The Church, like a vigilant Mother, full of tender care for the holiness and eternal salvation of Her children, has often been obliged to warn the faithful so that they might avoid the errors of fashion, and to take the measures necessary to ensure that the holy places and sacred things should not be profaned by immodesty in dress.

Unfortunately, we are living in times that have lost the sense of sin and, as a result, we see around us an eruption of styles of dress which are, in every way, contrary to Christian modesty. Christian people must not allow themselves to be carried along by the spirit of the world, but must firmly resist such deviations ... Jacinta Marto, one of the little seers of Fatima, although she was only eleven years old at the time, had a wisdom taught her by the Mother of God. She merits, therefore, our attention. Here is what she said with regard to styles of dress: “Fashions will arise which will greatly offend God”. When we consider the fashions of our day, we are led to conclude that the times foretold by the little seer have arrived. Indeed, the styles of dress of the women and girls of today such as: very tight clothing; dressing like men, including slacks and tights; low necklines; skirts with hemlines or slits which do not cover the leg below the knee — are absolutely contrary to the norms of Christian modesty.

For this reason, in order to conform to the recommendations of the Holy See, and in particular to the instructions of the Sacred Congregation of the Council, we urge our faithful people to refrain from following such ways of dressing.

“Those who keep the Law of God”, Jacinta said, “should not follow fashions”. Our priests must try to apply the instructions of the Sacred Congregation of the Council, without violence or rudeness, but with firmness. They must not let persons, dressed in the styles described above, receive the Sacraments and, as far as possible, must not allow them access to the Temple of God.

Furthermore, they must frequently remind the faithful of these regulations. Also, when couples present themselves for marriage preparation, the priests must tell them to inform their wedding guests of the rules for dress in church. People dressed in these unacceptable ways must not be accepted as witnesses to the marriage and, after due warning, they must not be admitted to Holy Communion.

It is highly recommended that these prescriptions be posted at the entrance to the Church.

- Bishop Antonio de Castro-Mayer

Modesty Standards
On January 12, 1930, the Sacred Congregation of the Council, by mandate of Pope Pius XI, issued emphatic instructions on modesty of dress to all bishops, directing them to insist on these prescriptions:


We recall that a dress cannot be called decent which is cut deeper than two fingers breadth under the pit of the throat, which does not cover the arms at least to the elbows, and scarcely reaches a bit beyond the knee. Furthermore, dresses of transparent material are improper.

Let parents keep their daughters away from public gymnastic games and contests; but, if their daughters are compelled to attend such exhibitions, let them see to it that they are fully and modestly dressed. Let them never permit their daughters to don immodest garb.”


Rufino J. Cardinal Santos, Archbishop of Manila, also quotes these standards as “The Church’s Stand concerning Modesty in Dress” in his Pastoral of December 6, 1959.

The feminine loss of the sense of modesty was indicated by Pope Pius XII who said:


“Now many girls do not see anything wrong with following certain shameless styles (fashions) like so many sheep. They would surely blush if they could only guess the impressions they make and the feelings they evoke (arouse) in those who see them.” (July 17, 1954.)

O Christian mothers, if only you knew the future distress, peril and ill-restrained shame that you prepare for your sons and daughters by imprudently accustoming them to live barely clothed, and permitting them to lose the sense of modesty, you would be ashamed of yourselves, and of the harm done to the little ones entrusted to you by Heaven to be reared in a Christian dignity and culture.”


And, men also are held to the virtue of modesty; witness the admonition of Canadian bishops in May of 1946:


Man himself does not escape from the inclination of exhibiting his flesh: some go in public, stripped to the waist, or in very tight pants or in very scanty bathing suits. They thus commit offenses against the virtue of modesty. They may also be an occasion of sin (in thought or desire) for our neighbor.”

The opinion which allows custom to dictate the question of modesty was refuted by Pope Pius XII in one short sentence:


“There always exists an absolute norm to be preserved.”

Custom, of course, pays no attention to absolute norms; but, it is a follower of this false principle: “... the majority cannot go wrong.”

To say that “... modesty is a matter of custom” is just as wrong as to say that “... honesty is a matter of custom.”

What about those who teach “what is customary does not affect us?”

Pope Pius XII calls this application of an ancient principle to the virtue of modesty “the most insidious of sophisms.” He calls attention to the fact that some people use this sophism “... in order to brand as ‘old fashioned’ the rebellion of honest people against fashions they consider too bold.”

The Pope’s pronouncements make no distinctions for various types of garments. Pius XII states “... an unworthy, an indecent mode of dress has prevailed” without any distinction of place, “on beaches, in country resorts, on the streets, etc.” (Aug. 29/54)

His quotation: “Vice necessarily follows upon public nudity,” applies as well to the beaches, or the streets, or resorts, or elsewhere.

Cardinal Pla y Daniel, Archbishop of Toledo, Spain, stated in 1959:


“A special danger to morals is represented by public bathing at beaches ... Mixed bathing between men and women, which is nearly always a proximate occasion of sin and a scandal, must be avoided.”

Modern Catholics may now consider themselves “far too adult” and disdain such directives, but nevertheless they remain the wise counsels of our Holy Mother the Church.

Padre Pio
The saintly stigmatized Padre Pio was always a merciless enemy of feminine vanity: he never tolerated low-necked dresses, short and or tight fitting skirts, and forbade his spiritual children to wear transparent stockings. In the last few years of his life, his severity increased enormously, as fashions became more and more immodest.

He unrelentingly dismissed from his confessional, before they could step inside, all women he judged to be incorrectly dressed. By 1967, on some mornings, he turned them away one after another, until he ended up confessing very few. His brethren noticed this with a certain unease, then decided to post on the door of the church a warning: “By Padre Pio’s explicit wish, women must enter the confessional wearing skirts AT LEAST 8 INCHES BELOW THE KNEE. It is forbidden to borrow longer dresses in church and to wear them to confession.” The beginning of the struggle with no concessions whatsoever coincided more or less with the advent of the mini-skirt, launched by the English girl Mary Quant. It had not yet reached Italy as Padre Pio was thundering against short skirts. As fashion houses announced: “Eight inches above the knee”, Padre Pio warned: “Eight inches below the knee”.

Now that Summer Is Here
When summer comes, a pastor of souls worries a little more than usual about the salvation of the flock that Our Lord has confided to him. He knows that, in the summer season, souls are more exposed to occasions of offending God, “of attacking God with His own gifts”, especially through sinful fashions of dress.

Our Lady said to Sister Lucy at Fatima: “There will be fashions which will greatly offend My Divine Son”. Today’s fashions prove Our Lady’s words true, for these fashions are occasions of sin, occasions, alas, of serious sin, by reason of the sinful thoughts and desires which they provoke. In the Gospel, Our Lord warned us about such evil desires: “But I say to you, that whosoever shall look on a woman to lust after her, hath already committed adultery with her in his heart”. (Mt. 5:28).

In the life of Saint Frances of Rome, we read of a vision of Hell which was granted her, and which lasted for four hours. God willed to show her, in the fires of Hell, certain ladies whom she had known in Roman society. For what sins had these souls been damned? They had been damned:

for guilty desires, even though these had not been put into act.
for indecent styles of dress, which were the fashion of the day, and which had been a cause of seduction and of sin.
for dances, considered inoffensive by the world.
This vision of Hell so marked Saint Frances of Rome, that she had it painted on the murals of her chapel, as a constant reminder of the judgments of God. God then gave her the mission of drawing the Roman ladies out of their luxury and their vanity.

Our society is much worse than the society of Renaissance Rome. What can we do in order not to yield to the corruption which surrounds us, especially in the matter of dress? Let us, first of all, recall certain Catholic principles. It was with the help of such principles that Father Emmanuel, at Mesnil Saint-Loup, was able to make his Parish a truly Christian society once again.

Christianity is stable and solid only insofar as it permeates the whole being of the baptized person. It must, first of all, penetrate the inner man, and transform him into the image of Jesus Christ, in order to then regulate, according to this image, his exterior actions, words, and attitudes. It is not sufficient, Saint Paul tells us, for the heart to believe; we must also confess with our mouth, if we wish to be saved. And this external confession must extend to all our gestures, movements, habits, and relationships.

From this, it is easy to understand the importance of modesty for women. A woman who is vain gives the lie to her baptismal promises. A woman who tries to attract men’s glances to herself, shows by this conduct that she has no desire to please Jesus Christ.

In Holy Communion, Our Lord takes possession of our whole being, so that the soul becomes subject to Him in humility, and the body in modesty and restraint. From which it follows that a person who goes to Communion must be different, even exteriorly, from one who does not.

Modesty in a woman is the sign that Jesus Christ dwells in her heart. It is a sweet perfume of edification which she is called upon to diffuse.

Modesty in dress and behavior is, therefore, an indispensable way of making us more attentive to the obligations which we contracted at our Baptism. It is a consequence of that dogma of Faith which tells us that the baptized soul is the dwelling of the Blessed Trinity and that the body is the Temple of the Holy Ghost. Saint Paul, infallibly inspired by God, tells us: “Know you not that your members are the temple of the Holy Ghost, Who is in you, Whom you have from God, and you are not your own?... Glorify and bear God in your body”. (1 Cor. 6:19-20).

Today’s fashions, on the contrary, dishonor and corrupt the Christian woman. Their aim is to seduce and to arouse concupiscence, to the detriment of the soul’s spiritual beauty, which is the true goal of our lives. All of this is a strategic Masonic maneuver. The destruction of Christian society, for which the Lodges have been working for two centuries, is to be realized through the destruction of the virtue of modesty in those who are baptized. This corruption, which has been deliberately and carefully programmed, is being systematically brought about.

It is, therefore, always necessary to remember the indispensable rules of Christian modesty, rules which are not to be practiced only in church! Let us, then, look at these rules, first in general, and then, in particular, with regard to assistance at Mass.

IN GENERAL, clothes should hide the shape of the body rather than accentuate it. Only this kind of clothing can truly be called “decent”. This rule automatically excludes slacks (which are masculine apparel) for women. Feminine apparel is a skirt or a dress which must cover the woman’s knees when she is seated. Decency in dress is to be observed, not only at Mass on Sundays, but every day of the week. The deciding factor is not whether slacks or culottes are more comfortable than a skirt, but rather to do the Will of God, by “loving Him in all things and above all things”, (Collect of the 6th Sunday after Pentecost).

IN PARTICULAR, when attending Mass, we must be still more careful about how we dress. For instance, women must cover their heads: “Every woman praying ... with her head not covered, disgraces her head” (1 Cor. 11:5). This rule has been the constant teaching of the Popes, and Pope St. Pius X had it included in the Code of Canon Law (Canon 1262). It is a sign of humility and submission for a woman to cover her head, and draws down God’s graces and blessings upon her. Nor is it an indifferent matter, just as no exterior act is an indifferent matter, for it proceeds from our very person and reveals what kind of person we are. Both men and women must have their arms covered in church, even when the weather is warm. It is true that this is a sacrifice, and we should offer it to Our Lord, who suffered so much for us in His Body, in order to save us. Let us learn to imitate Him in mortifying our body.

We must hold to these rules, of which we are mentioning only the most essential, without human respect, especially in these times of ours. “For”, as Dom Bernard Maréchaux used to say:


“the evil of our day is this: that the line of demarcation between Christian and non-Christian, between Christian and heretic, between Christian and idolator, is gradually fading away. The cancer of Liberalism attacks everyone and we must be careful not to be infected ourselves. Those who still call themselves Catholic live, too often, like those who have renounced this title. Women who go to church dress just the way women who do not go to church dress; they read the same books and magazines as these women; they go to the same - often immoral - shows as these women; they no longer pray or do penance. It is a confusion of license and worldliness. As a result of these customs, the Church is beginning to disappear in the world, Christianity is being lost. Only rarely does one find Catholics to whom the following words of Saint Paul can apply: “... be blameless and sincere children of God, without reproof, in the midst of a crooked and perverse generation; among whom you shine as lights in the world”. (Phil. 2:15). The early Christians stood out among the pagans like shining torches in the dark, and the example of their courage and their virtue attracted the pagans strongly to the Faith. This is something which we do not see today, except in rare cases. Everything is a mish-mash of unrestraint.”

Pope Pius XII said substantially the same thing, in an allocution to young Catholic girls during World War II: (May 22, 1941):


“... Numbers of believing and pious women ... in accepting to follow certain bold fashions, break down, by their example, the resistance of many other women to such fashions, which may become for them the cause of spiritual ruin. As long as these provocative styles remain identified with women of doubtful virtue, good women do not dare to follow them; but once these styles have been accepted by women of good reputation, decent women soon follow their example, and are carried along by the tide into possible disaster.”

Pope Pius XII indeed called Catholics to a Crusade of Purity. Good example is a great act of charity. It is an apostolate which God richly blesses, as we can see, for instance, in the diocese of Campos in Brazil, where the priests followed the good example of their bishop, Monsignor de Castro Mayer. Traditional priests - alas still few in number - are eager to have such a Crusade of Purity. In France, we can see the good that is being done by the “Mouvement de la Jeunesse Catholique de France”, and by traditional Catholic schools, in producing Catholics who are enthusiastically practicing the virtue of Christian modesty (which does not, by the way, prevent a woman from being gracious and lovely). In other countries, too, this Crusade is producing visible fruits of goodness and holiness.

We must mention here the important role of Christian mothers in teaching their children, their daughters especially, and from the time that they are very little, a true sense of Christian modesty.


“Men are lost through women and they are saved through women”, a preacher said one day. “By their vanity, they will make a man fall; by their modesty, they will save him. The world of morality oscillates between Eve and Mary. As long as modesty is not practiced, the world will not rise from its decadence.”

May devotion to the Holy Family help us in our Crusade for Purity!

Our Lady of Holy Hope, convert us!

quarta-feira, 30 de março de 2011

CÂNTICO de cânticos


Cânticos 1

1 ¶ CÂNTICO de cânticos, que {é} de Salomão.
2 ¶ Beije-me ele com os beijos da sua boca; porque melhor {é} o seu amor do que o vinho.
3 Para cheirar {são} bons os teus ungüentos; {como} ungüento derramado é o teu nome; por isso as virgens te amam.
4 Leva-me tu, correremos após ti. O rei me introduziu nas suas recâmaras: em ti nos regozijaremos e nos alegraremos; do teu amor nos lembraremos, mais do que do vinho: os retos te amam.
5 Eu sou morena, mas agradável, ó filhas de Jerusalém, como as tendas de Quedar, como as cortinas de Salomão.
6 Não olheis para o eu ser morena, porque o sol resplandeceu sobre mim: os filhos de minha mãe se indignaram contra mim, e me puseram por guarda de vinhas; a vinha que me {pertence} não guardei.
7 ¶ Dize-me, ó {tu}, a quem ama a minha alma: Onde apascentas o teu {rebanho}, onde o recolhes pelo meio-dia: pois por que razão seria eu como a que erra ao pé dos rebanhos de teus companheiros?
8 Se tu o não sabes, ó mais formosa entre as mulheres, sai-te pelas pisadas das ovelhas, e apascenta as tuas cabras junto às moradas dos pastores.
9 Às éguas dos carros de Faraó te comparo, ó amiga minha.
10 Agradáveis são as tuas faces entre {os teus} enfeites, o teu pescoço com os colares.
11 Enfeites de ouro te faremos, com pregos de prata.
12 ¶ Enquanto o rei {está assentado} à sua mesa, dá o meu nardo o seu cheiro.
13 O meu amado é para mim um ramalhete de mirra; morará entre os meus seios.
14 {Como} um cacho de Chipre nas vinhas de Engedi é para mim o meu amado.
15 Eis que {és} formosa, ó amiga minha, eis que {és} formosa: os teus olhos {são} como os das pombas.
16 Eis que {és} gentil e agradável, ó amado meu; o nosso leito {é} viçoso.
17 As traves da nossa casa {são} de cedro, as nossas varandas de cipreste.

sábado, 19 de março de 2011

Pornografia - Caminho de destruição.

quinta-feira, 31 de dezembro de 2009

A verdade por trás da fantasia da pornografia

Por Shelley Lubben

Nota: O conteúdo pode não ser adequado para crianças.

Filmes pornográficos cheios de cenas de sexo apresentando louras cujos olhos sedutores parecem dizer “quero você” possivelmente são uma das maiores enganações de todos os tempos. Acredite em mim, falo com propriedade. Eu fazia isso o tempo todo, eu fazia filmes, e tudo por desejo de poder e por amor ao dinheiro. Eu nunca gostei de sexo. Eu nunca quis fazer sexo. É isso msmo, nenhuma de nós – mulheres lindas com o cabelo recém tingido de loiro – nenhuma de nós gosta de fazer pornografia. Na verdade, a gente detesta. Odiamos ser tocadas por estranhos que nem ligam para nós. Odiamos ser degradadas com seus odores desagradáveis e corpos suados. Algumas mulheres odeiam tanto que se pode ouvi-las vomitando no banheiro entre as cenas. Outras podem ser vistas do lado de fora fumando interminavelmente cigarro após cigarro...

Mas a indústria pornográfica quer que VOCÊ pense que as atrizes pornográficas adoram sexo. Eles querem que você pense que gostamos de ser degradadas por todo tipo de atos repulsivos. Na verdade, atrizes pornográficas têm chegado no “set” de filmagem sem saber de certos requerimentos, e os produtores falam que ela tem que fazer aquilo ou sair sem receber pagamento. Trabalhe agora ou não trabalhe nunca mais. Sim, nós escolhemos. Algumas precisavam do dinheiro. Mas fomos manipuladas, coagidas, e até ameaçadas. Algumas de nós pegaram Aids, eu pessoalmente peguei Herpes, uma doença sexualmente transmissível (DST) que não tem cura. Outra atriz pornô foi para casa depois de tentar em vão fugir de sua dor, colocou uma pistola na cabeça e puxou o gatilho. Agora ela está morta.

Seguramente pode-se dizer que a maioria das mulheres que começam a atuar em filmes pornôs para fazer dinheiro provavelmente não cresceu em um ambiente saudável em sua infância também. De fato, muitas atrizes admitem ter sofrido abuso sexual, abuso físico, abuso verbal e negligência por parte dos pais. Algumas foram estupradas por parentes e molestadas por vizinhos. Quando éramos pequenas garotas queríamos brincar com bonecas e ser mãe delas, e não ter grandes e assustadores homens em cima de nós. Então nos ensinaram desde criança que o sexo nos fazia ter valor. As mesmas violações horríveis que experimentamos naquela época, passamos a reviver enquanto fazemos nossos truques diante das câmeras. E nós odiávamos cada minuto daquilo. Somos apenas pequenas meninas traumatizadas vivendo à base de anti-depressivos, drogas e álcool, e teatralizando nossa dor na frente de VOCÊ, que continua abusando de nós.

Enquanto continuamos nos traumatizando ao fazer mais e mais filmes “adultos”, usamos mais e mais álcool e drogas. Vivemos constantemente com medo de pegar Aids e DST’s. Toda vez que receamos estar com o vírus e entramos em pânico, corremos para a clínica mais próxima para um “checkup” de emergência. Os produtores de filmes pornôs insistem em oferecer aos espectadores o sexo fantasioso que eles demandam, sacrificando ao mesmo tempo aqueles mesmos que fazem tudo acontecer. Herpes, gonorréia, sífilis, clamídia, e outras doenças fazem parte das angústias com que lidamos diariamente. Fazemos testes todo mês, mas sabemos que teste não é prevenção. Além da preocupação em pegar uma doença, há outras atividades prejudiciais que fazemos e que também são muito perigosas. Algumas de nós tiveram danos físicos em partes internas do corpo.

Quando as atrizes pornográficas terminam o dia e vão para casa, tentam estabelecer relações saudáveis, mas alguns de nossos namorados ficam com ciúmes e abusam fisicamente de nós. Portanto, ao invés de relacionamento com outra pessoas, casamos com os diretores dos filmes, enquanto outras de nós preferem relacionamentos lésbicos. Realmente um momento marcante é quando nossa filha acidentalmente sai para fora e vê mamãe beijando uma outra mulher.

Em nossos dias de folga caminhamos por aí feito zumbis, com uma cerveja em uma mão e um copo de uísque na outra. Não conseguimos fazer a limpeza, por isso vivemos no meio da porcaria a maior parte do tempo ou contratamos uma doce senhora estrangeira para vir e limpar a bagunça. Atrizes pornôs também não são boas cozinheiras. Pedir comida fora é normal para nós, e a maioria das vezes vomitamos depois de comer, porque somos bulímicas.

Para aquelas atrizes pornôs que têm filhos, nós somos as PIORES mães. Reclamamos, gritamos e batemos nas crianças sem razão. A maior parte do tempo estamos intoxicadas ou “altas”, e nossas crianças de 4 anos de idade é que nos ajudam a levantar do chão. Quando chegam clientes para o sexo, trancamos as crianças nos quartos, e dizemos para ficarem quietas. Eu costumava dar para minha filha um “beep”, falando para ela esperar no parque até que tivesse terminado.

A verdade é que NÃO HÁ fantasia na pornografia. É tudo uma mentira. Um olhar mais cuidadoso nas cenas da vida de uma estrela pornô mostrará a você um filme que você não quer ver. A verdadeira realidade é que nós, atrizes pornôs, gostaríamos de dar um ponto final na vergonha e no trauma das nossas vidas, mas não podemos fazer isso sozinhas. Precisamos que vocês, homens, lutem pela nossa liberdade e nos devolvam a honra. Precisamos que vocês nos segurem em seus braços fortes enquanto choramos amargamente nossas lágrimas sobre nossas profundas feridas, e comecemos a nos curar. Queremos que vocês joguem fora nossos filmes e ajudem a juntar novamente os fragmentos dispersos de nossas vidas. Precisamos que vocês rezem por nós pelos próximos quinze anos, para que Deus escute e repare nossas vidas arruinadas. Portanto, não acredite mais em mentiras. Pornografia nada mais é do que sexo “fake”, de faz de conta, na tela do vídeo. Acredite em mim, eu sei o que estou falando.

Shelley Lubben – ex-atriz pornográfica

“Dedicado a todas as atrizes pornográficas que pegaram Aids, morreram de overdose de drogas e cometeram suicídio.”

sábado, 22 de janeiro de 2011

Padre Pio and Modesty


St. Padre Pio insisted on..............

Modesty
Padre Pio on Women's Dress

from Prophet of the People,

by Dorothy M. Gaudiose, pp. 191-2



Padre Pio wouldn't tolerate low-necked dresses or short, tight skirts, and he forbade his spiritual daughters to wear transparent stockings. Each year his severity increased. He stubbornly dismissed them from his confessional, even before they set foot inside, if he judged them to be improperly dressed. On some mornings he drove away one after another, until he ended up hearing very few confessions. His brothers observed these drastic purges with a certain uneasiness and decided to fasten a sign on the church door;



"By Padre Pio's explicit wish, women must enter the confessional wearing skirts

AT LEAST 8 INCHES BELOW THE KNEE. IT IS FORBIDDEN TO BORROW LONGER DRESSES IN CHURCH AND TO WEAR THEM TO CONFESSION."
.St. Padre Pio must have had a keen awareness of the dangers of immodesty for our immortal souls, and the dangers of temptation for our neighbor. "May the fashions of the world not be the model for our attire, but rather the Blessed Virgin Mary and the Saints. The Canonization of Padre Pio gives us the opportunity to recall the severity of the Saint of San Giovanni Rotondo who put this poster on the door of his church:" *


"Let us bind ourselves tightly to the Sorrowful Heart of our Heavenly Mother

and reflect on it's boundless grief and how precious is our soul."



~ Saint Padre Pio